O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



sexta-feira, 29 de maio de 2009

Convite - ONG Crescendo em família

Olá,
Espero que todos estejam bem!
Abaixo, mais um evento onde sua participação fará toda a diferença!

Abraços,


Josi




sábado, 23 de maio de 2009

Serviço Social - A chave para a transformação: Segunda Blogagem Coletiva – “Em Defesa Da Infância” 2009

http://diganaoaerotizacaoinfantil.wordpress.com/2009/04/20/segunda-blogagem-coletiva-em-defesa-da-infancia-2009/

Segunda Blogagem Coletiva – “Em Defesa Da Infância” 2009

Ao pesquisar sobre o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, encontrei o seguinte texto de Herbert de Sousa:
A criança é o princípio sem fim. O fim da criança é o princípio do fim. Quando uma sociedade deixa matar as crianças é porque começou seu suicídio como sociedade. Quando não as ama é porque deixou de se reconhecer como humanidade. Afinal, a criança é o que fui em mim e em meus filhos enquanto eu e humanidade. Ela, como princípio, é a promessa de tudo. É minha obra livre de mim.
Se não vejo na criança, uma criança, é porque alguém a violentou antes, e o que vejo é o que sobrou de tudo que lhe foi tirado. Diante dela, o mundo deveria parar para começar um novo encontro, porque a criança é o princípio sem fim e seu fim é o fim de todos nós
.” Herbert de Sousa (BETINHO) -Sociólogo
Esse dia foi instituido em "homenagem à menina Araceli. Seqüestrada em 18 de maio de 1973, Araceli Cabrera Sanches, então com oito anos, foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. Muita gente acompanhou o desenrolar do caso, desde o momento em que Araceli entrou no carro dos assassinos até o aparecimento de seu corpo, desfigurado pelo ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória. Poucos, entretanto, foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos. "
Vale conferir o texto original.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Cheguei para somar!!!

E ai pessoas, td bem?
Primeiro gostaria de agradecer a Josi pelo convite. É a realizacao de um sonho (postar em um blog com mais pessoas).
Espero poder contribuir de forma positiva para um mundo melhor e mais justo, e nada melhor do que a ferramenta de comunicaçao do seculo para que isso aconteça, a INTERNET.

¡¡¡¡ ınɟ

quinta-feira, 21 de maio de 2009

REFLETINDO - II JORNADA DE SERVIÇO SOCIAL

O relato da II Jornada de Serviço Social já está feito abaixo, mas algumas reflexões a respeito do que foi ali discutido são importantes para começarmos a discutir aqui no Blog, com fundamento e por meio de argumento nossas posições. Vejamos algumas delas:

1. DISCIPLINARIDADE: a partir da discussão da interdisciplinaridade percebeu-se, claramente, que a disciplinaridade pode acontecer de forma conjunta por meio da Multi, da Inter e da Transdisciplinaridade. Qual a diferença essencial entre elas, então? Percebemos nos debates que miltidisciplinaridade é fazer junto: a causa é única, mas os objetivos cada disciplina tem o seu. Na Interdisciplinaridade isto avança e alémd e fazer junto, há integração dos conceitos e articulação de uma coordenação,ou seja há uma influência de uma área sobre a outra e causa e objetivos passam a ser únicos. Na Transdisciplinaridade, udo isto vai mais além, ainda, por além de fazer junto e de forma integrada e coordenada, as disciplinas se transpõe, se interagem, se perpassam, se influenciam e vão além, contaminam-se, sem fronteiras com causa e objetivos únicos, coordenador com olhares diferentes.

2. DESAFIOS CONTEMPORÂNEOS DA PROFISSÃO DE ASSISTENTE SOCIAL: qualificaçao, ser dotado de conhecimentos especializados e atualizados, capacidade de análise para decodificar a realidade social, flexibilidade intelectual no encaminhamento de diferentes situações. Isto implica, necessariamente, em repensar a capacitação de profissionais para torná-la condinzente com as novas dinamicas do trabalho que o profissional realizará e os desafios que se lhe impõe a realidade. O processo de formação precisa ser: dialético, aberto, dinâmico, vivo, possibilitando dotar o futuro profissional de habilidades e competências capazes de dar ao assistente social possibilidades de aprendizagem, apreensão e compreensão da realidade que nos cerca.

3. FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO ASSISTENTE SOCIAL: preparação para atuação numa realidade específica, inserida na realidade social, expressa eplo aspecto estrutural e conjuntural e pelo Sistema Educativo como contexto, refletindo o movimento histórico da própria sociedade, tornando-se, assim, proposta de formação conciliada com a realidade e com a atualidade, comprometida com valores democráticos e com um novo ordenamento das relações sociais que privilegie o pleno exercício da cidadania, a conquista efetiva dos direitos (fundamentais :individuais e coletivos, sociais, economicos, políticos e difusos).
A formação deve ter suas particularidades institucionais, mas deve promover diversidade de paradigmas, inteligado helerogeneamente a outras ciencias, ou seja, estudo fragmentado, mas com visão, olhar, articulado das partes estudadas ou em estudo que permitam transpor diferenças e fronteiras obtendo efetivamente comunicação com os sujeitos e umaponte permanente com a realidade social.

4. DIFERENÇA ENTRE PRÁTICA E PRAXIS: Prática = ação+ação - experiencia em fazer. Práxis = ação+reflexão+ação, assegurando uma retroalimentação conceitual e qualitativa do processo - experiência em agir com qualidade (eficiencia, eficácia e efetividade).

5. INTERDISCIPLINARIDADE: a primeira ação interdisciplinar no serviço social e com a Administração, pois é fundamental na prática social o atendimento as funções administrativas de: Planejar, Organização, Direção e Controle. A partir desta ação, cabe ao assistente social não apenas propor mas também gestar as ações decorrentes das propostas que apresenta.
Um desafio trazido pela interdisciplinaridade é que ela é princípio constituinte da diferença, e por isso traz ao profissional o desafio da dificuldade do ser humano, do individuo com o qual atua e de si mesmo em conviver com a diferença, com o diferente, exigindo do profissional um novo saber éico e social e a revisão por parte deste e dos individuos com os quais esteja atuando, das práticas e do caminhar para um amadurecimento profissional e pessoal, respectivamente.
Reconhecer as peculiaridades, construir mutua compreensão e respeito, e por meio destas duas condições superar o conhecimento já existente da realidade social, compreendendo de forma mais consistente a realidade e o objeto estudado, fundamentada na pluralidade de saberes com fecundação reciproca é o caminho possível para se vencer ais desafios.
A ação interdisciplinar é uma forma de agir, uma maneira de intervir e pelo construir transformar espaços e relações, a partir deste processo, ferramenta ou metodologia de relacionamento, com seus avanços e retrocessos, que identifica entraves e resistencias, dialoga com respeito mútuo e abre aos participes o olhar para o novo e para a diferença.

6. SER HUMANO: Produto da história e do estudo, mas ao mesmo tempo, produtor da história e do estudo empreendido, esta é a visão a partir do olhar materialista histórico-dialético, portanto, o caminho seria o estudo do processo em que a realidade vivida pelo indivíduo se subjetiva e como este processo de subjetivação ocorre. O Ser humano não é algo em si mesmo apenas, o é na relação com o outro, na relação social. A condição de ser social é, portanto, inerente ao ser humano e não apenas uma capacidade por ele adquirida.

7. EVOLUIR CONTEMPORÂNEAMENTE: a contemporaneidade nos traz, ainda, como desafio, aceitar, compreender e se incluir na revolução comunicacional e tecnológica e não simplesmente negá-las ou resistir a elas e, também rever conceitos sobre trabalhar e seu objetivo no viver (viver para trabalhar ou trabalhar para viver?) numa nova era que se avizinha onde a informação e a comunicação são as bases, a tecnologia substitui a mão de obra e o tempo livre ao indivíduo tende a resultar carga horária de trabalho menor e consequentemente, carga horária de interatividade humana, lazer, vivencia social maior.

8. AÇÃO DISCIPLINAR MULTI, INTER E TRANS: resulta no conforto e convivencia do isolamento; ousadia e busca do novo, do diferente, do coletivo; ação e vivência coletiva; prática solidária; equilibrio de forças; dialética e reconhecimento das diferenças e leva: ao crescimento pessoal, profissional e intelectual; enriquecimento recíproco; transformação de metodologias e conceitos, e por fim motiva o desenvolvimento da evolução humana.

9. RESPONSABILIDADE SOCIAL: enfrentamento das consequencias residuais da relação capitalista; compromisso e comprometimento da ação capitalista com o homem e com o meio ambiente e caminha a ação capitalista economica para atuar com e a favor da comunidade e nãol contra ela.

10. DESAFIOS DO CMAS E SUA AÇÃO DE CONTROLE SOCIAL: defender as instituições (participação social) e os seus direitos (permanentes e conquistados pela luta) e não conjulgar e atender a conveniencias e necessidades imediatas (pontuais).
As propostas levadas a discussão, notadamente pelas entidades e profissionais de assistencia social ao CMAS tem que ser relacionadas com a realidade e a questão social que enfrentará e corresponder ao que se propõe efetivamente a realizar e não um olhar para a própria instituição proponente ou mero documento teórico sem conexão com a realidade tal qual ela se apresenta.

11. ORIENTAÇÃO SEXUAL: Fundamental trocar a visão do direito das pessoas a diferença em sua orientação sexual, e compreender que homoafetividade (união afetiva) é diferente de homosexualismo (ismo = doença).

12. ADOÇÃO: Mudança de paradigma: não mais uma criança para uma família e sim a busca de uma família para uma criança. O Cadastro único e o intrcâmbio entre comarcas já existente e que tende a se aperfeiçoar a partir deste cadastro deve efetivar este novo paradigma e contribuir para o direito da criança e do adolescente à CONVIVENCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA.

13. O PAPEL DO SERVIÇO SOCIAL ATUAL: acolher para atender, não mais o de mero cumpridor de tarefas no plantão social; articulador da interdisciplinaridade, utilizadno adequadamente os instrumentos, teoria e metodologia do serviço social para entender a questão social macro e do usuário atendido e ser o intelocutor deste junto as Políticas Públicas e a Política de Assistencia Social e a rede de serviços que as operacionalizam. Ser o intelocutor do direito com o usuário. O papel contemporâneo do assistente social não permite o assistencialismo sem causa e a ação científica meramente prática (não reflexiva) sem praxis (ação acompanhada de reflexão.

Juntos somos mais fortes

Olá companheiros e companheiras!

A pedido da colega Josiane estaremos aqui no Blog, dando nossa humilde contribuição a uma discussão que esperamos seja contribuição para nosso crescimento pessoal, intelectual e profissional. Juntos somos sempre mais fortes do que solitariamente, disto não há duvidas.

Abraço a todos(as)

WASHINGTON

quarta-feira, 20 de maio de 2009

II Jornada de Serviço Social - Políticas Públicas e Interdisciplinaridade

Josiane Gomes

Utilizando como referência de apresentação o Programa Saia Justa (canal GNT) – a II Jornada de Serviço Social, manteve a atenção e interação constante dos palestrantes e espectadores de todos os pólos, tendo como mediadoras as Professoras Maria Cristina Valenciano (Coordenadora do Curso de Serviço Social da FIC) e Patrícia Manzolli (Cientista Social).

Os temas abordados correspondem a nossa realidade atual, uma vez que a Coordenação busca formar profissionais altamente qualificados para atuarem na sociedade:
- Inclusão e Exclusão Social (dinâmica) ,
- Políticas Públicas ,
- Responsabilidade Social ,
- Conselho Municipal de Assistência Social ,
- Cuidados diurnos ao idoso/APAE ,
- Serviço Social na área da Saúde ,
- O Assistente Social como profissional de equipe interdisciplinar em ONGs ,
- O Assistente Social e as atividades na área da Educação ,
- Sustentabilidade.

O evento teve início com uma dinâmica – Abrigo Subterrâneo, aplicada pelo Prof. José Urbano, levando a todos os participantes a uma verdadeira viagem reflexiva sobre nossa realidade acerca das temáticas inclusão/exclusão social. Incluímos os que já estão inclusos? Incluímos os excluídos? Excluímos os inclusos? Ou excluímos os excluídos? Fica ai uma questão na qual cada um deve buscar respostas: Qual é o nosso princípio de inclusão e exclusão perante a realidade?
Em seguida a Professora Maria Cristina, fez uma breve conceituação das práticas multi e interdisciplinares, destacando que multidisciplinar é a equipe que conta com profissionais de diferentes áreas do saber, portanto, não dialogam entre si, a ponto que na interdisciplinaridade existe uma coordenação entre esses profissionais para que suas funções sejam interativas, objetivando a efetivação de seu trabalho em equipe.

Vale a pena ressaltar que estamos partindo para a transdisciplinaridade, o que foi muito bem ressaltado pelo nosso colega de sala Washington Bessa.
Prosseguindo, desenvolveram-se as apresentações e discussões acerca das temáticas (apresentarei uma síntese de três como aperitivo):
Responsabilidade Social – Patrícia Manzolli, Cientista Social
É preciso pensar a sociedade como um todo, pensar de maneira plural, entender a rede social para propor algo eficaz e eficiente àquela localidade, bem como é preciso formar Assistentes Sociais capazes de gerar e propor projetos sociais. Fazer o acompanhamento de todo o projeto de o seu nascimento, desenvolvimento, prática e avaliação final. Portanto, não é somente gerir, mas implantar o programa.

No século XX, foram reconhecidas como legítimas algumas necessidades e demandas sociais, devido às mudanças ocorridas no mundo do trabalho que provocaram e vem provocando alterações no modelo de desenvolvimento econômico.

Alguns aspectos no cenário mundial:
- Queda dos regimes socialistas do Leste Europeu;
- Fim da Guerra Fria;
- Necessidades das empresas buscarem novos mercados;
- Avanço do neoliberalismo.

Observamos que estes aspectos pediram uma mudança Organizacional - as empresas começam a pensar que as questões sociais que abrangem seus colaboradores não são de responsabilidade única do governo, mas que sua atividade influencia não apenas a vida de seus colaboradores, como também os moradores daquela localidade. Esta mudança deu início ao movimento que hoje conhecemos por RESPONSABILIDADE SOCIAL, ou seja, exercer a cidadania saindo do contexto público para o setor privado também.

Impacto marcante para tal mudança: o desemprego provido da desqualificação dos colaboradores, desqualificação que esta diretamente ligada a EDUCAÇÃO.

Hoje, cidadania mantém-se nas pautas do universo político e econômico como uma nova demanda das sociedades modernas.

No Brasil, na década de 90, observamos uma organização sistematizada, o movimento de responsabilidade social, surgiu por meio de movimentos empresariais extremamente associados aos ensinamentos cristãos. A criação do IBASE (Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas) surgiu como uma proposta de democratização da informação, graças aos consecutivos esforços do marcante sociólogo brasileiro Herbert José de Souza, Betinho.

“Não basta fazer o bem, é preciso fazer bem feito”, atuar em sociedade é trazer resultados. É necessário propor e verificar sua sustentabilidade e efetividade.

Comportamento organizacional – o capitalismo excludente esta claro para os empresários, dando a eles iniciativa privada buscando um desenvolvimento capaz de articular mercado, cidadania, desenvolvimento econômico e justiça social.

O que isso provoca?
- Altos déficits públicos;
- Revolução informacional (é a falta de educação/informação que provoca este índice de desemprego, ainda trazemos fragmentos de uma escravidão);
- Transformação produtiva;
- Desemprego e desigualdades sociais.

Os setores públicos e privados precisam dialogar. O governo cobrando das empresas e dando abertura aos pequenos empresários. As empresas vêm incorporando de forma progressiva o conceito de Responsabilidade Social.

Novos objetivos empresariais
Mercado X Comunidade
Desejos, capacidade de consumo X Aspectos sociais
“Avaliar aquilo que a sociedade necessita”

Projetos sociais precisam e necessitam de um setor que avalie e pesquise as necessidades da localidade junto a comunidade onde este será inserido, ou seja, coerência com a necessidade da comunidade. Respeito!

A Importância da Avaliação do Programa Social – Rose Mary Pegorim, diretoria APAE –Batatais/SP
Hoje trabalhamos para mudar a questão assistencialista, para a implementação da política do SUAS (Sistema Único de Assistência Social). Para isso, é necessário o exercício do ofício do Assistente Social- atuar como um Interlocutor Social, destacando a importância do diálogo entre esse profissional, os Conselhos e a Comunidade. Desta forma podemos elaborar um plano Municipal de Assistência Social, coerente com a realidade, dialogando com os demais profissionais com a finalidade de realizarmos um trabalho interdisciplinar e não multi. É preciso vestir a camisa, pois a comunidade deseja e financia os novos projetos.

A Sustentabilidade das Indústrias Urbanas Associadas da Regional de Ribeirão Preto, por Jucimeire Lígia Pereira
Conceituando,
Desenvolvimento Sustentável: acréscimo de renda. A comunidade começa a desenvolver a medida que ela fica mais rica.Mas esse aumento de riqueza não significa que esta mesma comunidade fique mais justa.

Sustentável: crescimento que tenha condições de pagar a si mesmo é prudente, permite a participação igualitária da população e deve ser mantida em qualidade de vida as gerações futuras.

Desenvolvimento includente:
- Desenvolvimento é consumo? Sim.
- Mas se for consumo, que mundo virá existir? Aqui aparece o primeiro campo a Assistência Social dentro da Sustentabilidade.

Aspectos a serem investigados pelos Assistentes Sociais:
· A qualidade deste desenvolvimento,
· A verificação dos impactos do mesmo sob a comunidade,
· A dimensão pública da sustentabilidade,
· Elaboração e gestão de políticas públicas,
· Pensar um modelo diferente a longo prazo e sustentável.

É fundamental que este profissional se posicione perante as empresas. Hoje observamos o populismo do Empréstimo com Desconto em Folha de Pagamento, a princípio foi à salvação, e observamos uma série de transtornos que decorrem desta prática. Se ao seu lado for implementando um projeto de trabalho com o profissional e sua família sob a perspectiva econômica, os resultados desta prática serão outros.

Precisamos dar abertura ao novo, e com esta abertura apresenta-se um profissional altamente qualificado para trabalhar estas questões, um profissional até o presente momento, muito desconhecido pelas empresas: o Assistente Social. “É preciso saber o que somos capazes de fazermos”.
Estão com sede de saber? No próximo ano tem mais...rs
Sorrisos 1.000 pra vcs!












































































sexta-feira, 15 de maio de 2009

Convite - II Jornada do Curso de Serviço Social



Dia 16 de maio, das 08h às 12h e das 14h às 17h será realizada a II Jornada do Curso de Serviço Social, marcando as comemorações do Dia do Assistente Social.
A Jornada será aberta à comunidade. Por se tratar de um evento de Responsabilidade Social, sugerimos a doação de produto não perecível (leite ou óleo) para as instituições de caridade da cidade onde o pólo é situado. Devendo assim, o pólo arrecadar os produtos e realizar a doação para a instituição de caridade escolhida. No ato da entrega, deverão ser lavrado recibo de entrega da doação e solicitamos que a ação seja registrada por meio de fotografias, as quais posteriormente devem ser enviadas a esta Coordenação do Curso de Serviço Social, que comporá o arquivo de responsabilidade social do curso.