O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



sexta-feira, 15 de maio de 2009

Convite - II Jornada do Curso de Serviço Social



Dia 16 de maio, das 08h às 12h e das 14h às 17h será realizada a II Jornada do Curso de Serviço Social, marcando as comemorações do Dia do Assistente Social.
A Jornada será aberta à comunidade. Por se tratar de um evento de Responsabilidade Social, sugerimos a doação de produto não perecível (leite ou óleo) para as instituições de caridade da cidade onde o pólo é situado. Devendo assim, o pólo arrecadar os produtos e realizar a doação para a instituição de caridade escolhida. No ato da entrega, deverão ser lavrado recibo de entrega da doação e solicitamos que a ação seja registrada por meio de fotografias, as quais posteriormente devem ser enviadas a esta Coordenação do Curso de Serviço Social, que comporá o arquivo de responsabilidade social do curso.

4 comentários:

  1. Olá,
    Finalmente nosso canal está no ar.
    Gostaria de compartilhar um artigo que lí no portal do CFESS. Aliás, tem mto artigo excelente nesse portal. E como futuros assistentes sociais, é imprescindível nos mantermos atualizados, pois as nossas leituras/informação fará toda diferença da nossa atuação como profissionais.
    http://www.cfess.org.br/noticias_res.php?id=202

    "SUS AMEAÇADO
    Deputados votam mercantilização da saúde pública
    Sem ouvir os movimentos sociais e ignorando o posicionamento dos Conselhos Estaduais e Nacional de Saúde, deputados devem apreciar nesta terça-feira, 12 de maio, projeto de lei que institui as Fundações Públicas de Direito Privado na Saúde.

    O PLP 92/2007 deixa à mostra seus fundamentos neoliberais ao transferir a responsabilidade da gestão de serviços públicos da Saúde a “Fundações de Direito Privado”.

    Os defensores do projeto falam em “modernização”, “agilidade da máquina pública” e “adequação ao mercado”. Um retrocesso, principalmente quando se leva em consideração a crise do atual modelo de desenvolvimento provocada pelo sistema neoliberal.

    Além de todos os equívocos, o PLP 92 promete melhorias que poderiam ser alcançadas caso a legislação do SUS (uma das mais avançadas do mundo) fosse plenamente respeitada.

    Precarização do trabalho
    Com uma realidade de gestão ineficiente, trabalhadores desmotivados e mal remunerados, e cargos ocupados por critérios partidários em vez de habilidades técnicas, especialistas defendem que o SUS precisa profissionalizar sua gestão.

    Mas isso deve se dar a partir de seus próprios quadros, estimulando a qualificação profissional, promovendo a estruturação das redes públicas e exigindo autonomia administrativa e financeira.

    O CNS alerta que as Fundações de Direito Privado irão restabelecer um modelo de atenção à saúde “médico-assistencial de caráter curativo, discriminatório, subordinado à lógica mercantilista e que privilegia a lógica do mercado em detrimento ao interesse público”.

    Além disso, os servidores estariam com seus direitos ameaçados, já que perderiam a estabilidade no emprego. Ao contrário da carreira única, que a consolidação do SUS poderia garantir.

    Antidemocrático e inconstitucional
    O inc. XIX do art. 37, da Constituição Federal, prevê a criação de fundações públicas apenas com personalidade jurídica de direito público.

    Além de trazer uma séria inconstitucionalidade em seu texto, o PLP 92 chega ao plenário da Câmara dos Deputados a partir de um ataque cínico ao processo democrático.

    O Conselho Nacional de Saúde e quase todos os conselhos estaduais se posicionaram contrários à instituição de Fundações de Direito Privado. Além disso, a 13ª Conferência Nacional de Saúde, fórum máximo de deliberação sobre a formulação da Política de Saúde, recusou o PLP 92 em novembro do ano passado.

    Diante de tamanho desrespeito à participação popular e da grande ameaça representada pelo projeto de lei, a Coordenação de Plenária Nacional de Conselhos de Saúde lança Carta Aberta em que denuncia os riscos e exige o adiamento da votação.

    O CFESS defende a Lei Orgânica do SUS e a consolidação do sistema público de saúde com qualidade."

    ResponderExcluir
  2. Artigo publicado no Último Segundo, sobre plano nacional para garantir direitos da população LGBT
    link:
    http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/2009/05/15/governo+federal+lanca+plano+nacional+para+garantir+direitos+da+populacao+lgbt+6129991.html
    "Brasília - Os livros didáticos deverão incluir, até 2011, a temática das famílias compostos por lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais. Essa é uma das 50 ações e diretrizes previstas no Plano Nacional da Cidadania dos Direitos Humanos de LGBT, lançado nesta quinta-feira (14) pelo governo federal.

    Elaborado por representantes de 18 pastas a partir de demandas da sociedade civil, o plano orientará a elaboração de políticas públicas de curto e médio prazo voltadas à inclusão social e combate às desigualdades.

    “O dia de hoje é o dia de início de uma caminhada. Como tudo em direitos humanos, demanda tempo, é a construção de uma nova cultura, superando uma cultura de séculos de violência, discriminação e preconceito”, afirmou o ministro da Secretaria Especial de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulo Vannuchi, após cerimônia de lançamento do plano.

    “Há 10 anos ninguém pensaria que as passeatas do orgulho gay mobilizariam os milhões de brasileiros que mobiliza hoje como participantes ativos e simpatizantes. Essa mudança tem que estar refletida”, frisou.

    Como exemplo, citou o fato de Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ainda ter restrição à doação de sangue por parte da população LGTB e a referência à pederastia no Código Penal Militar. De acordo com o Plano Nacional da Cidadania dos Direitos Humanos de LGBT, ambas as questões serão tratadas pelo governo federal.

    As ações incluem, ainda, outras importantes reivindicações do movimento LGBT como o reconhecimento dos direitos civis de casais homossexuais, a criação de dispositivos legais e jurídicos que garantam o direito do casal homossexual de adotar filhos, o encaminhamento de mulheres transexuais e travestis condenadas a presídios femininos e até mesmo a modificação da legislação do imposto de renda para que parceiros do mesmo sexo possam ser incluídos como dependentes.

    O governo federal também se compromete a apoiar iniciativas legislativas que tramitam no Congresso Nacional e tratam dos direitos da população LGBT e a criar e implementar, por meio de lei, um fundo nacional de combate à discriminação homofóbica.

    As ações e diretrizes – resultado das propostas apresentadas na 1ª Conferência Nacional LGBT, realizada em junho de 2008 – dividem-se em dois eixos estratégicos. O primeiro deles é voltado à formação e promoção do conhecimento, formação de atores, defesa e proteção dos direitos, sensibilização e mobilização. O segundo eixo visa a formulação e promoção da cooperação federativa, a articulação e fortalecimento de redes sociais, a articulação com outros poderes, a cooperação internacional e a gestão da implantação sistêmica da política LGBT.

    Todas as ações têm prazo previsto para execução – entre 2009 e 2011 – e o órgão responsável por seu encaminhamento. O monitoramento deverá ser feito por um grupo de trabalho interministerial permanente, que ainda será criado, coordenado pela Secretaria Especial de Direitos Humanos.

    Segundo o coordenador do programa Brasil Sem Homofobia, Eduardo Santarelo, a idéia é incentivar estados e municípios para que também implementem seus planos e reconheçam os direitos da população LGBT.

    Os representantes do movimento comemoraram o plano nacional e definiram seu lançamento como “momento histórico”. “Depois de 30 anos de movimento organizado, se tem um plano nacional de promoção de nossos direitos, ou seja, estamos sendo reconhecidos enquanto cidadãos e cidadãs”, afirmou Yone Lindgren, coordenadora política da Articulação Brasileira de Lésbicas e uma das fundadoras do movimento LGBT.

    O presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros (ABGLT), Toni Reis, lembrou que sete países têm pena de morte para homossexuais e 85 criminalizam a homossexualidade. “É muita emoção estarmos lançando esse plano de enfrentamento da homofobia, de cidadania e direitos humanos”, disse o ativista. “Nem menos nem mais, direitos iguais, é isso que nós queremos”, discursou.

    Ele ainda fez um apelo para que os estados também façam seus planos e fez duas recomendações ao governo federal: que assegure recursos para o plano nacional nos orçamentos de 2010 e 2011 e possibilite o controle social das ações previstas. Ele também pediu a criação de um Conselho Nacional LGBT – o que, segundo Vanucchi, está entre as prioridades do governo."

    ResponderExcluir
  3. PLC DA EDUCAÇÃO SERÁ VOTADO DIA 20

    Para participar acesse o link: http://www.cfess.org.br/noticias_res.php?id=209

    PLC DA EDUCAÇÃO SERÁ VOTADO DIA 20

    CFESS ENVIA NOTA A SENADORES. PARTICIPE DA MOBILIZAÇÃO!

    "O PLC 060/2007, que garante a atuação de assistentes sociais e psicólogos/as na educação básica, será votado no Plenário do Senado Federal no dia 20 de maio. A proposta amplia o espaço de inserção profissional das categorias e tem sido defendida pelo CFESS.

    O CFESS enviou a todos os senadores Nota de Apoio ao PLC 060/2007, pedindo a aprovação, e está articulando com os CRESS a vinda de representantes a Brasília para marcar a presença de assistentes sociais no plenário do Senado, durante a votação.

    Para que o projeto seja aprovado é fundamental a mobilização de assistentes sociais e estudantes. Participe enviando email aos senadores – veja a lista de endereços eletrônicos abaixo – e fazendo ligações gratuitas para o Senado Federal: 0800 61 22 11. Peça pela aprovação do PLC 060/2007, informando seus dados pessoais.

    O projeto de lei chega ao plenário um mês depois de ter sido aprovado na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. A aprovação na CAS foi resultado de grande mobilização de assistentes sociais e representantes do CFESS."

    ResponderExcluir
  4. Olá,
    Embora ausente, tenho visto o quanto os alunos de ensino á distancia tem se desenvolvido, a força e a vontade de ser, não somente mais um profisional , mas sim o grande profissional, efetivo, participante e que vai avançar diante dos obstáculos e vai provar sim sua capacidade.
    Quero poder provar o gostinho da vitória juntamente com vocêis.

    SUCESSO !!!!!

    BJK'S

    ResponderExcluir

"Este espaço é democrático - FAÇA SEU COMENTÁRIO "