O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



terça-feira, 30 de junho de 2009

Estatuto do Idoso

Principais direitos do Idoso previstos no Estatuto
Josiane Gomes
A Constituição Federal de 1988, a Política Nacional do Idoso (lei 8.080 de 1990), a Lei Orgânica da Assistência Social no. 8.742 de 1993, a Constituição Estadual (Lei 13.463 de 1999) e até as Leis Orgânicas dos municípios estabelecem artigos buscando propiciar uma vida com dignidade, respeito, e justiça social aos que envelhecem.Proposto pelo ex-deputado e atualmente senador Paulo Paim (PT/RS), e sancionado em outubro de 2003 pelo presidente Luis Inácio Lula da Silva, o Estatuto do Idoso (Lei Federal no. 10.741/03) entrou em vigor no dia 1º de janeiro de 2004, sendo um instrumento de cidadania que visa efetivar os direitos das pessoas consideradas idosas (pessoas com idade igual ou superior a 60 anos de idade) na sociedade brasileira.
Consolidando os direitos adquiridos pelos idosos, o Estatuto traz mudanças essenciais nas seguintes áreas:
Ø Saúde - a principal mudança esta relacionada aos planos de saúde, que não podem fazer reajuste por idade para clientes com mais de 60 anos, bem como a garantia de distribuição gratuita de medicamentos para idosos.
Ø Cultura e lazer - todo idoso tem direito a 50% de desconto na compra de ingressos em teatros, cinemas, etc.
Ø Benefício de Prestação Continuada – garante 1 salário mínimo para quem vive na miséria e que, a renda per capitã não chega a ¼ do salário mínimo.Antes, se um membro já recebia o benefício, outro da mesma casa não podia receber.Agora, o outro também pode receber, pois o benefício não conta na renda.Nesse caso, o idoso só recebe o benefício a partir dos 65 anos e quando não possui meios para prover sua subsistência.
Ø Assistência Social – estabelecendo os deveres das instituições asilares bem como regulamentando a adoção de qualquer benefício previdenciário dos idosos para as mesmas.
Ø Penal – ficam estabelecidas penas que variam de 6 meses a três anos de reclusão, além de multa, para quem maltratar, discriminar ou abandonar o idoso.
Ø Transporte – nos transportes urbanos e semi-urbano há gratuidade da passagem para pessoas com idade igual ou superior a 65 anos, bastando apresentar qualquer documento pessoal. É obrigatória também a reserva de no mínimo 10% dos assentos para os idosos. No transporte coletivo interestadual, devem-se reservar duas vagas gratuitas em cada veiculo para idosos com renda igual ou abaixo de dois salários mínimos, ou na falta dessas, deve-se haver um desconto de 50% na passagem.
Porém, devido à carência de informações a população, e a ausência de um maior esclarecimento, muitos não gozam dos benefícios que lhe são assegurados.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Psicologia e Serviço Social: Possíveis Contribuições

Josiane Gomes
A Psicologia, enquanto área de conhecimento cientifico é multifacetada, em termos de objeto de estudo,métodos e metodologias,o que nos permite falar na existência de várias psicologias,psicologias – no sentido de pensarmos a pluralidade de olhares na direção dos fenômenos que compõem a vida e os fenômenos humanos.
Dentro desse universo de multiplicidade, observamos a interação da Psicologia com outras ciências e diversos campos do saber, entre eles o Serviço Social, com a proposta de contribuir com a produção de conhecimento.
Ao considerar como objeto de estudo do Serviço Social, a integração do indivíduo na sociedade, a questão social em suas múltiplas expressões – A psicologia intervém diretamente estudando as relações do ser humano e seu meio, pois é a partir da sociedade que está inserido que formará a percepção de si mesmo, do outro e ao, mesmo tempo, transformará essa sociedade.
Partindo desse pressuposto, encontramos diversas áreas em que estes dois saberes dialogam. Algumas delas são:
· Psicologia Social tem como objeto de estudo a interação social, a interdependência entre os indivíduos e o encontro social.Busca pensar sobre a influência que cada ser humano exerce em cada grupo: amigos, familiares, colegas de trabalho, ou mesmo um desconhecido que cruzamos na rua; busca também pensar sobre os atravessamentos que estas influências provocam em cada corpo, modo de ser, viver, pensar e sentir as coisas.Estar em grupo é viver a reciprocidade social, que nasce a partir da percepção dos encontros sociais com o outro.
· Psicologia do Desenvolvimento estuda as mudanças de comportamento relacionadas à idade durante a vida de uma pessoa. Este campo examina mudanças através de uma ampla variedade de tópicos, incluindo habilidades motoras, habilidades em solução de problemas, entendimento conceitual, aquisição de linguagem, entendimento da moral e formação da identidade.
· Psicologia Educacional ou Psicologia Escolar estuda o processo de ensino/aprendizagem em diversas vertentes: os mecanismos de aprendizagem nas crianças e adultos (o que está estreitamente relacionado com a psicologia do desenvolvimento); a eficiência e eficácia das tácticas e estratégias educacionais; bem como o estudo do funcionamento da própria instituição escolar enquanto organização (onde se cruza com a psicologia social).Esta face da psicologia desenvolve o seu trabalho em conjunto com os educadores de forma a tornar o processo de aprendizagem mais efetivo e significativo para o educando, principalmente no que diz respeito à motivação e às dificuldades de aprendizagem. Focam a sua ação não apenas nas necessidades da criança na escola como, também, noutras áreas onde as experiências escolares têm impacto.
· Psicologia Aplicada , utiliza os dados da psicologia na solução de problemas práticos. Esta corrente reúne num todo as diversas áreas da psicologia clínica, educacional e social entre outras.O seu estudo tem como principal objetivo a resposta às necessidades da sociedade em sua estrutura como um todo.O estado psicológico humano é fundamental para desfrutar do bem individual, e por conseqüência o bem comum. Assim, esta área da psicologia busca permanentemente métodos para o desenvolvimento cognitivo, emocional e relacional dos indivíduos e sua interação social, desenvolvendo aptidões e instrumentos para a análise sistemática de todo o contexto humano, de forma a prever ou compreender os fenômenos comportamentais.
· Psicologia Comunitária é uma área da psicologia social que estuda a atividade do psiquismo decorrente do modo de vida do lugar/comunidade, os efeitos da pobreza, da dependência, da violência e da opressão sobre a subjetividade das pessoas, com vistas à transformação político-social materializada nas relações da vida cotidiana. Seu problema central é a transformação do indivíduo em sujeito.
· Psicologia Diferencial estuda as diferenças individuais nos comportamentos dos sujeitos, as suas causas e suas conseqüências. Como cada pessoa se desenvolve de forma diferente, esta vertente da psicologia incide os seus estudos nessa variabilidade do ser humano. Os objetivos fundamentais desta área da psicologia são o estudo dos comportamentos humanos, a compreensão dos processos mentais e a procura de causas e compreensão das conseqüências das diferenças psicológicas entre cada um de nós Para avaliar em que grau as pessoas se assemelham ou diferem entre si, a psicologia diferencial criou o método diferencial, um meio para medir as diferenças. Este método permite ao investigador observar dois ou mais grupos que se encontram diferenciados na base de uma variável (fato que depende de outros fatos) pré-existente, isto é, há uma variável responsável pela constituição dos grupos.
· Psicologia da Saúde ,atua na promoção e manutenção da saúde, na prevenção e no tratamento da doença, na identificação da etiologia e no diagnóstico relacionado à saúde, à doença e às disfunções, bem como no aperfeiçoamento do sistema de política da Saúde (Sunde, 2005). Requer elaboração de projetos que visem o bem-estar social, para que as psicopatologias sejam evitadas, amenizadas ou bem aceitas pela comunidade. Sendo assim, a Psicologia da Saúde, quando aplicada a promoção de saúde mental, requer um vínculo com a Psicologia Social, Comunitária, Hospitalar, etc, pois precisa de um olhar abrangente do indivíduo em todos os seus papéis sociais, além do individual.
Percebemos aqui o desenvolver de uma reflexão sobre as possibilidades de construção de saberes e práticas interdisciplinares decorrentes da relação dialógica entre as áreas de conhecimento mencionadas, uma vez que ambas tem como foco o desenvolvimento do indivíduo como um todo. Construir um conhecimento sobre as várias facetas da psicologia auxilia o profissional do Serviço Social a visualizar o ponto de partida para a melhoria da vida de cada indivíduo.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Direitos humanos, um direito de todos




“Há um tempo para nós.
Em algum dia,um tempo para nós.
Tempo juntos com tempo de sobra,
Tempo pra aprender,tempo pra cuidar
Em algum lugar,
Em algum dia,
Nós vamos achar um novo jeito de viver”[1]

No próximo dia 28 de junho, comemora-se 40 anos da luta de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros. A data ficou marcada após os conflitos conhecidos como Batalha de Stonewall (1969), em que, pela primeira vez, homossexuais que sofriam abusos constantes da polícia partiram para o enfrentamento e conquistaram na marra respeito e direitos básicos, como o de circular sem serem agredidos(as) pelo bairro de Greenwich Village (Nova Iorque), onde está localizado o bar Stonewall, que deu nome ao confronto,
Acontecimento que fez história seguindo a trilha da coragem e ousadia das lutas todas que durante os anos 60 e começo dos 70 do século XX nos deram a possibilidade de estarmos aqui, a possibilidade de um outro tempo e um outro lugar.
Passados 40 anos, temos a certeza que muito foi conquistado, mas infelizmente não o suficiente para mudar de modo radical a face do mundo, não o suficiente para vivermos de um outro jeito.
Todos os dias em qualquer cidade do Brasil algum tipo de violência, preconceito, descriminação atinge as pessoas que no exercício de sua liberdade, no fluxo do seu desejo, na autonomia do seu corpo ousam contrariar a heteronormatividade dominante. E ainda que se por acaso nada acontecesse em um dia, há uma conivente legitimidade para que a força bruta - em atos, palavras ou silêncios - seja o modo com que a sociedade desfaz cotidianamente a luta por igualdade, justiça e cidadania.
Desfaz a história, desfaz a memória, apaga e não permite registros, como se nada houvesse, como se assim a liberdade, o desejo, o corpo, a autonomia pudessem sumir.
Os dados sobre violência contra lésbicas, gays, bissexuais travestis e transgêneros quando existem são falhos, desatualizados, pouco divulgados, na medida em que para mostrar em frios números o que a realidade produz de dor é preciso que as instituições públicas sejam capazes de reconhecer e registrar a violência, o preconceito, a descriminação. E até o momento, tais instituições se recusam a tal gesto.
Porém, se o cotidiano é feito de tentativas de apagamento dos sujeitos, do esquecimento do que realmente que dizer direito, é feito também de resistências, insistências, lutas.
Neste sentido, são fundamentais as iniciativas como a do PL C 122/2006 que propõe a mudança de tipificação de crimes cometidos contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transgêneros, de modo a serem nomeados e solucionados como o que efetivamente são, crimes movidos por preconceito, intolerância, ódio por quem tem a coragem de viver de acordo consigo mesma/o, a ousadia de querer ser feliz à revelia e apesar da dominação.
Por ser assim, essa é uma luta que diz respeito a todas/os que acreditam em melhores e outras possibilidades. De todas/os que sabem que não há cidadania, dignidade, igualdade e liberdade enquanto uma pessoa morrer em uma manifestação em que havia 3, 5 milhões em uma avenida para celebrar o orgulho LGBT, como ocorreu na Parada de São Paulo no dia 14 de junho. De todas/os que sentiram na pele os estilhaços da bomba jogada nas imediações da avenida no mesmo dia, no mesmo evento e que atingiu 20 pessoas.
Em 40 anos, de Nova Iorque a São Paulo, de Maracanaú a Recife, de Brasília a Nova Iguaçu, de Marabá a Porto Alegre, em cada lugar e em todo lugar a história se faz no dia a dia, nos gestos solitários e nas multidões, nos protestos e nos afetos, na resistência à brutalidade e na teimosia do prazer e da alegria. No orgulho e coragem, no lutar acreditando que há sim um novo jeito de viver. Essa é a nossa luta, a nossa crença, o que nos movimenta.
Dedicamos estas palavras a todas/os que fizeram e fazem das suas vidas plataformas de saltos vitais.

[1] Tradução da música Somewhere de.Leornard Bernstein e Stephen Sondhein e que foi gravada por Renato Russo no disco The Stonewall Celebration Concert em 1994.
Fonte:
www.homoafetvidade.com.br

terça-feira, 23 de junho de 2009

O valor da Filosofia para uma sociedade

Josiane Gomes


A Filosofia está sempre presente quando pensamos, agimos, observamos ou vivemos momentos em nossas vidas, sendo seu principal interesse o homem.
Tendo por muitas vezes sua importância ignorada, a filosofia sofre preconceito quanto a sua utilidade e seu objetivo por outras ciências, pois não é uma ciência exata (como a matemática) ou técnica (como a física, que inventa coisas). Sua idéia é estimular a consciência, o pensamento e alimentar a dúvida no homem, é procurar explicações e sentidos, é duvidar de tudo o que nos rodeia e querer tornar o mundo uma realidade com sentido, levantando uma série de questionamentos sobre novas possibilidades de melhoria, que naturalmente não é do interesse da classe dominante da sociedade.
A filosofia traz ao homem o desejo do conhecimento de si próprio, faz refletir sobre a sua posição no universo, sempre buscando a verdade e almejando um ideal: que tudo possa estar organizado da melhor forma para a felicidade completa das pessoas.
Se o homem começa a pensar filosoficamente (questionando a si e sua realidade), tem que mudar toda a sua vida radicalmente, pois seus conceitos mudarão, entretanto o medo do novo, do desconhecido e o comodismo da vida, acostumados aos problemas sociais e econômicos do dia-a-dia, não o fazem buscar a filosofia.
É conveniente para o homem moderno,que adora o útil e o prático, afastar-se da filosofia, pois, em meio de uma falsa igualdade a qual vivemos, além de corrupta, tem seu domínio nas mãos de poucos que determinam a linha de vida política, econômica e social de muitos, objetivando só e exclusivamente o poder, ficando cegos para o que realmente acontece em seu meio. Assim, cria-se uma tranqüilidade infinita, do pressuposto que o seu amanhã será igual ao seu hoje, só com visões de melhoria socioeconômicas.
Embora desprezada e vítima de preconceito, a filosofia abre a mente das civilizações, não se deixando iludir por uma falsa sensação de confiança e verdade, mostrando ao homem, que lhe é permitido a mudança de comportamento em relação ao meio que vive, serenando, consolando os momentos de crise, para conseguir a plenitude, a paz interior.Ele deixa de viver uma existência medíocre e passa a viver o todo, o completo,um estado pleno de satisfação, que ocasionará um momento de felicidade.
Abraços,
Josiane Gomes

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Invisibilidade Social

Eu estou aqui...
Josiane Gomes


Há uns 14 meses, recebi um e-mail, com relatos do psicólogo formado pela Universidade de São Paulo, Fernando Braga da Costa, sobre os momentos vivenciados ao assumir o uniforme e a vassoura de gari por dez anos.Nossa atual condição social me fez lembar desta matéria. Nos relatos, o psicólogo discorre acerca de um fenômeno chamado Invisibilidade Social.
A invisibilidade social é um conceito aplicado a seres socialmente invisíveis, seja pela indiferença ou pelo preconceito. Há vários fatores que podem contribuir para que essa invisibilidade ocorra: sociais, culturais, estéticos, econômicos, sexuais, étnicos...Podemos observar este fenômeno, por exemplo, quando uma criança no semáforo é ignorada a ponto de tornar-se um objeto naquele cenário.

A experiência e as diversas histórias de Fernando Braga da Costa foram reunidas, e viraram tema de seu mestrado e título do livro Homens Invisíveis: Relatos de uma Humilhação Social (fica aqui uma dica para leitura).
Título: Livro - Homens Invisíveis
Subtítulo: RELATOS DE UMA HUMILHAÇAO SOCIAL
Autor:
Fernando Braga Da Costa
Editora: Globo
Assunto: Psicologia
Fernando Braga da Costa denuncia, em Homens Invisíveis: relatos de uma humilhação social, a invisibilidade pública vivida por trabalhadores braçais. São Paulo, Cidade Universitária, ano de 1994. Fernando Braga da Costa, aluno do segundo ano do curso de Psicologia da Universidade de São Paulo, tem uma tarefa: acompanhar, por um dia, o cotidiano de um grupo de trabalhadores. Ele escolheu os garis, que todos os dias varrem as calçadas e ruas e esvaziam as lixeiras do campus da maior universidade brasileira. Desde então, há 10 anos, o aluno, hoje psicólogo clínico e doutorando pela mesma universidade, se veste semanalmente de gari para ouvir os relatos de seus companheiros e sentir na pele a humilhação social sofrida por eles.
Abaixo a entrevista com breves relatos dos momentos vivenciados pelo psicólogo:
TESE DE MESTRADO NA USP por um PSICÓLOGO

“Ser IGNORADO é uma das piores sensações que existem na vida!”.

“O HOMEM TORNA-SE TUDO OU NADA, CONFORME A EDUCAÇÃO QUE RECEBE”.
Fingi ser gari por oito anos e vivi como um ser invisível

Psicólogo varreu as ruas da USP para concluir sua tese de mestrado da 'invisibilidade pública'. Ele comprovou que, em geral, as pessoas enxergam apenas a função social do outro. Quem não está bem posicionado sob esse critério, vira mera sombra social.
Plínio Delphino, Diário de São Paulo.
Fernando Braga da Costa , a direita
O psicólogo social Fernando Braga da Costa vestiu uniforme e trabalhou oito anos como gari, varrendo ruas da Universidade de São Paulo. Ali, constatou que, ao olhar da maioria, os trabalhadores braçais são 'seres invisíveis, sem nome'. Em sua tese de mestrado, pela USP, conseguiu comprovar a existência da 'invisibilidade pública', ou seja, uma percepção humana totalmente prejudicada e condicionada à divisão social do trabalho, onde se enxerga somente a função e não a pessoa.Braga trabalhava apenas meio período como gari, não recebia o salário de R$ 400 como os colegas de vassoura, mas garante que teve a maior lição de sua vida: 'Descobri que um simples bom dia, que nunca recebi como gari, pode significar um sopro de vida, um sinal da própria existência', explica o pesquisador.
O psicólogo sentiu na pele o que é ser tratado como um objeto e não como um ser humano. 'Professores que me abraçavam nos corredores da USP passavam por mim, não me reconheciam por causa do uniforme. Às vezes, esbarravam no meu ombro e, sem ao menos pedir desculpas, seguiam me ignorando, como se tivessem encostados em um poste, ou em um orelhão', diz. Apesar do castigo do sol forte, do trabalho pesado e das humilhações diárias, segundo o psicólogo, são acolhedores com quem os enxerga. E encontram no silêncio a defesa contra quem os ignora.
Diário - Como é que você teve essa idéia?
Fernando Braga da Costa
-
Meu orientador desde a graduação, o professor José Moura Gonçalves Filho, sugeriu aos alunos, como uma das provas de avaliação, que a gente se engajasse numa tarefa proletária. Uma forma de atividade profissional que não exigisse qualificação técnica nem acadêmica. Então, basicamente, profissões das classes pobres.
Com que objetivo?
A função do meu mestrado era compreender e analisar a condição de trabalho deles (os garis), e a maneira como eles estão inseridos na cena pública. Ou seja, estudar a condição moral e psicológica a qual eles estão sujeitos dentro da sociedade. Outro nível de investigação, que vai ser priorizado agora no doutorado, é analisar e verificar as barreiras e
as aberturas que se operam no encontro do psicólogo social com os garis.

Que barreiras são essas, que aberturas são essas, e como se dá a aproximação?Quando você começou a trabalhar, os garis notaram que se tratava de um estudante fazendo pesquisa?
Eu vesti um uniforme que era todo vermelho, boné, camisa e tal. Chegando lá eu tinha a expectativa de me apresentar como novo funcionário, recém-contratado pela USP pra varrer rua com eles. Mas os garis sacaram logo, entretanto nada me disseram. Existe uma coisa típica dos garis: são pessoas vindas do Nordeste, negro ou mulatos em geral. Eu sou branquelo, mas isso talvez não seja o diferencial, porque muitos garis ali são brancos também. Você tem uma série de fatores que são ainda mais determinantes, como a maneira de falarmos, o modo de a gente olhar ou de posicionar o nosso corpo, a maneira como gesticulamos. Os garis conseguem definir essas diferenças com algumas frases que são simplesmente formidáveis.

Dê um exemplo.
Nós estávamos varrendo e, em determinado momento, comecei a papear com um dos garis. De repente, ele viu um sujeito de 35 ou 40 anos de idade, subindo a rua a pé, muito bem arrumado com uma pastinha de couro na mão. O sujeito passou pela gente e não nos cumprimentou, o que é comum nessas situações.O gari, sem se referir claramente ao homem que acabara de passar, virou-se pra mim e começou a falar: “É Fernando, quando o sujeito vem andando você logo sabe se o cabra é do dinheiro ou não. Porque peão anda macio, quase não faz barulho. Já o pessoal da outra classe você só ouve o toc-toc dos passos. E quando a gente está esperando o trem logo percebe também: o peão fica todo encolhidinho olhando pra baixo. Eles não. Ficam com olhar só por cima de toda a peãozada, segurando a pastinha na mão”.

Quanto tempo depois eles falaram sobre essa percepção de que você era diferente?
Isso não precisou nem ser comentado, porque os fatos no primeiro dia de trabalho já deixaram muito claro que eles sabiam que eu não era um gari. Fui tratado de uma forma completamente diferente. Os garis são carregados na caçamba da caminhonete junto com as ferramentas. É como se eles fossem ferramentas também. Eles não deixaram eu viajar na caçamba, quiseram que eu fosse na cabine. Tive de insistir muito para poder viajar com eles na caçamba. Chegando no lugar de trabalho, continuaram me tratando diferente. As vassouras eram todas muito velhas. A única vassoura nova já estava reservada para mim. Não me deixaram usar a pá e a enxada, porque era um serviço mais pesado. Eles fizeram questão de que eu trabalhasse só com a vassoura e, mesmo assim, num lugar mais limpinho, e isso tudo foi dando a dimensão de que os garis sabiam que eu não tinha a mesma origem socioeconômica deles.

Quer dizer que eles se diminuíram com a sua presença?
Não foi uma questão de se menosprezar, mas sim de me proteger.

Eles testaram você?
No primeiro dia de trabalho paramos pro café. Eles colocaram uma garrafa térmica sobre uma plataforma de concreto. Só que não tinha caneca. Havia um clima estranho no ar, eu era um sujeito vindo de outra classe, varrendo rua com eles. Os garis mal conversavam comigo, alguns se aproximavam para ensinar o serviço. Um deles foi até o latão de lixo pegou duas latinhas de refrigerante cortou as latinhas pela metade e serviu o café ali, na latinha suja e grudenta. E como a gente estava num grupo grande, esperei que eles se servissem primeiro. Eu nunca apreciei o sabor do café. Mas, intuitivamente, senti que deveria tomá-lo, e claro, não livre de sensações ruins. Afinal, o cara tirou as latinhas de refrigerante de dentro de uma lixeira, que tem sujeira, tem formiga, tem barata, tem de tudo. No momento em que empunhei a caneca improvisada, parece que todo mundo parou para assistir à cena, como se perguntasse: “E aí, o jovem rico vai se sujeitar a beber nessa caneca?”. E eu bebi. Imediatamente a ansiedade parece que evaporou. Eles passaram a conversar comigo, a contar piada, brincar.

O que você sentiu na pele, trabalhando como gari?
Uma vez, um dos garis me convidou pra almoçar no bandejão central. Aí eu entrei no Instituto de Psicologia para pegar dinheiro, passei pelo andar térreo, subi escada, passei pelo segundo andar, passei na biblioteca, desci a escada, passei em frente ao centro acadêmico, passei em frente a lanchonete, tinha muita gente conhecida. Eu fiz todo esse trajeto e ninguém em absoluto me viu. Eu tive uma sensação muito ruim. O meu corpo tremia como se eu não o dominasse, uma angustia, e a tampa da cabeça era como se ardesse, como se eu tivesse sido sugado. Fui almoçar, não senti o gosto da comida e voltei para o trabalho atordoado.
E depois de oito anos trabalhando como gari? Isso mudou?
Fui me habituando a isso, assim como eles vão se habituando também a situações pouco saudáveis. Então, quando eu via um professor se aproximando - professor meu - até parava de varrer, porque ele ia passar por mim, podia trocar uma idéia, mas o pessoal passava como se tivesse passando por um poste, uma árvore, um orelhão.

E quando você volta para casa, para seu mundo real?
Eu choro. É muito triste, porque, a partir do instante em que você está inserido nessa condição psicossocial, não se esquece jamais. Acredito que essa experiência me deixou curado da minha doença burguesa. Esses homens hoje são meus amigos. Conheço a família deles, freqüento a casa deles nas periferias. Mudei. Nunca deixo de cumprimentar um trabalhador. Faço questão de o trabalhador saber que eu sei que ele existe. Eles são tratados pior do que um animal doméstico, que sempre é chamado pelo nome. São tratados como se fossem uma 'COISA'. Respeito: passe adiante!
Abraços,
Josiane Gomes.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Fique por dentro...

Salve,
Atentemos para esta resolução que já está em vigor.
Renata Mara S. Rosa, muito obrigada pela informação!
Abraços.
SF - Resolução nº 34/2009

res34-2009 - SF - SP - ATRIBUIÇÃO - UTILIZAÇÃO - CRÉDITOS - TESOURO DO ESTADO - ENTIDADES PAULISTAS - ASSISTÊNCIA SOCIAL - SEM FINS LUCRATIVOS - PROGRAMA DE ESTÍMULO À CIDADANIA FISCAL DO ESTADO DE SÃO PAULO - DISPOSIÇÕES
RESOLUÇÃO SF Nº 34, DE 7 DE MAIO DE 2009

DO-SP 08.05.2009

Dispõe sobre a atribuição e utilização de créditos do Tesouro do Estado pelas entidades paulistas de assistência social, sem fins lucrativos, no âmbito do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo e dá outras providencias.

O Secretário da Fazenda, tendo em vista o disposto no artigo 4º, IV, da Lei 12.685, de 28 de agosto de 2007, e no artigo 6º, III e §§ 2º, 3º e 4º do Decreto 54.179, de 30 de março de 2009, resolve:
Art. 1º Para que possa ser favorecida pelos créditos do Tesouro concedidos no âmbito do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo, instituído pela Lei 12.685, de 28 de agosto de 2007, relativamente a valores contidos em documento fiscal que não indique consumidor, a entidade paulista de assistência social, sem fins lucrativos, deverá estar previamente cadastrada, nos termos da Resolução Conjunta SF/SEADS 01/2009 de 05 de maio de 2009.
Art. 2º A entidade cadastrada nos termos do artigo 1º poderá:
I - cadastrar senha de acesso ao site da “Nota Fiscal Paulista”, nos termos da Resolução SF 52, de 21 de setembro de 2007;
II - inscrever documento fiscal recebido de fornecedores ou consumidores que não indique o CPF ou CNPJ do consumidor, no “site” da “Nota Fiscal Paulista”, para que possa ser favorecida pelos créditos de que trata o artigo 1º;
III - acompanhar se o documento fiscal cadastrado em seu nome foi devidamente registrado pelo fornecedor;
IV - participar de sorteios, no âmbito do programa, nos termos da Resolução SF 58, de 24 de outubro de 2008;
V - efetuar a reclamação da ausência do registro eletrônico do documento fiscal - REDF referente ao documento fiscal sem identificação.
§ 1º A inscrição de documento fiscal de que trata o inciso II, poderá ser feita pela entidade até o dia 20 (vinte) do mês subseqüente àquele em que ocorreu a aquisição do bem, mercadoria ou serviço.
§ 2º A reclamação referente à falta do REDF de documento fiscal inscrito pela entidade poderá ser efetuada até o dia 15 (quinze) do segundo mês subseqüente àquele em que ocorreu a aquisição da mercadoria, bem ou serviço, no “site” da Nota Fiscal Paulista, no endereço eletrônico www.nfp.fazenda.sp.gov.br, mediante uso de senha pessoal.
Art. 3º A entidade poderá receber créditos no âmbito do Programa de Estímulo à Cidadania Fiscal do Estado de São Paulo também quando:
I - o consumidor inscrever a entidade como favorecida pelo crédito relativo a documento fiscal emitido em razão da aquisição de mercadorias, bens ou serviços até o dia 20 do mês subseqüente ao da aquisição, desde que o documento fiscal não indique o CNPJ ou CPF do consumidor;
II - a pessoa que tenha recebido créditos no âmbito do programa efetue transferência destes créditos à entidade, na forma prevista no artigo 4º, II da Resolução SF nº 14, de 31 de março de 2008.
Art. 4º A Secretaria da Fazenda poderá regularmente divulgar o valor dos créditos atribuídos a cada entidade favorecida.
Art. 5º Relativamente à disponibilização e utilização dos créditos, aplica-se no que couber, o disposto nas Resoluções SF nº 14, de 31 de março de 2008 e 45, de 30 de setembro de 2008.
Art. 6º Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação, exceto o disposto no inciso V do artigo 2º, que gerará efeito para aquisições efetuadas a partir de 1º de julho de 2009.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

IMPACIÊNCIA

Josiane Gomes
Olá...
Hoje, logo pela manhã enquanto dirigia-me a mesa de trabalho na recepção, ouço o barulho de uma batida, seguido de um grito: “Ai minha perna”... Assustada, corro até a janela para verificar o que houve, me deparando com a seguinte cena: uma moça com as pernas presas debaixo de uma moto, sendo que a moto estava presa debaixo do carro.
Imediatamente disquei 193, e fiquei por alguns minutos observando aquele cenário, a reação das pessoas que por ali passavam e pensando que a “provável” causa do acidente seria a IMPACIÊNCIA, pois todas as fisionomias demonstravam impaciência.
Impaciência com o transtorno causado pelo acidente, pela angústia de um resgate, pelo tempo do semáforo, pela curiosidade.
Logo chegou o resgate, e as vítimas foram socorridas!
Duas horas depois, toca a campainha. É o moto-boy trazendo uma correspondência, a qual me fez escrever este texto, porque a mesma trazia em seu envelope a seguinte crônica:
PACIÊNCIA
Arnaldo Jabor

Se vendessem paciência nas farmácias e supermercados...Muita gente iria gastar boa parte do salário nessa mercadoria tão rara hoje em dia.
Por muito pouco a madame que parece uma "lady" solta palavrões e berros que lembram as antigas "trabalhadoras do cais", e o bem comportado executivo..."O cavalheiro" se transforma numa "besta selvagem" no trânsito que ele mesmo ajuda a tumultuar!
Os filhos atrapalham, os idosos incomodam, a voz da vizinha é um tormento, o jeito do chefe é demais para sua cabeça, a esposa virou uma chata, o marido uma "mala sem alça".
Aquela velha amiga uma "alça sem mala", o emprego uma tortura, a escola uma chatice.O cinema se arrasta, o teatro nem pensar, até o passeio virou novela.
Outro dia, vi um jovem reclamando que o banco dele pela internet estava demorando a dar o saldo, eu me lembrei da fila dos bancos e balancei a cabeça, inconformado...Vi uma moça abrindo um e-mail com um texto maravilhoso do Jabor e ela deletou sem sequer ler o título, dizendo que era longo demais.
Pobres de nós, meninos e meninas sem paciência, sem tempo para a vida, sem tempo para Deus.A paciência está em falta no mercado, e pelo jeito, a paciência sintética dos calmantes está cada vez mais em alta.

Pergunte para alguém, que você saiba que é "ansioso demais" -onde ele quer chegar?Qual é a finalidade de sua vida?Surpreenda-se com a falta de metas, com o vago de sua resposta.
E você?
Onde você quer chegar?
Está correndo tanto para que?
Por quem?
Seu coração vai agüentar?
Se você morrer hoje de infarto agudo do miocárdio o mundo vai parar?
A empresa que você trabalha vai acabar?
As pessoas que você ama vão parar?
Será que você conseguiu ler até aqui?
Respire... Acalme-se...O mundo está apenas na sua primeira volta e, com certeza, no final do dia vai completar o seu giro ao redor do sol, com ou sem a sua paciência...

Vamos refletir sobre isso?!
Abraços.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Eventos - CFESS

Fique por dentro...
Fonte: http://www.cfess.org.br/eventos.php

4º Encontro Nacional de Política Social
Tipo de evento: Congresso
Data: 29/06/2009
Local: Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória/ES
Descrição: A programação do 4º Encontro Nacional de Política Social, com o tema "A crise contemporânea e seus impactos sociais" incluirá mesas-redondas e conferências que contarão com a participação de professores e pesquisadores brasileiros e convidados estrangeiros. O encontro estará aberto a estudiosos, professores, estudantes e profissionais interessados nas questões que dizem respeito à Política Social. Os trabalhos para apresentação poderão ser enviados até o dia 22 de maio.
Maiores Informações: http://enps.prppg.ufes.br
XXV Congresso Nacional de Trabalho Social
Tipo de evento: Congresso
Data: 16/07/2009
Local: Colegio Roque Gonzales , /AC
País: Argentina
Descrição: No Congresso serão analisados e debatidos os meios de contribuição do trabalho social para os processos de emancipação social.
Seminário Nacional de Comemoração aos 30 anos do Congresso da Virada
Tipo de evento: Seminário do CFESS e CRESS-SP
Data: 22/09/2009
Local: Salão Nobre da Faculdade de Direito da USP, São Paulo/SP
Descrição: O seminário vai abordar os temas relacionados ao processo de ruptura do Serviço Social com uma prática conservadora, que teve como marco o 3º Congresso Brasileiro de Assistentes Sociais, em 1979. A partir daí o Serviço Social ganhou um novo direcionamento político, e começou a construir o seu PEP - Projeto Ético Político.
SEMINÁRIO LATINOAMERICANO DE SERVIÇO SOCIAL
Tipo de evento: Seminário da ALAEITS
Data: 04/10/2009
Local: Universidade Católica de Santiago de Guayaquil, Santiago de Guayaquil/AC
País: Equador
Descrição: O seminário tem o objetivo de estabelecer mecanismos para o intercâmbio de pesquisas e de formação profissional entre os países latinos, visando tanto a construção de um projeto pedagógico do serviço social para todo o continente, quanto o fortalecimento da articulação entre serviço social e as principais lutas sociais da região.
Maiores Informações: www.ts.ucr.ac.cr
Congresso Internacional Psicossocial Jurídico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
Tipo de evento: Congresso do TJDFT
Data: 20/10/2009
Local: Brasília/DF
Descrição: O Congresso visa fomentar a produção de conhecimento nas diversas áreas de interface entre a Psicologia, as Ciências Sociais e o Direito. Serão abordados temas como proteção à infância e juventude, violência contra a mulher, uso de substâncias químicas ilícitas e cumprimento de penas e medidas alternativas.
Secretaria Psicossocial Judiciária do TJDFT: 61 3343 7875 / 61 3343 7006.
Maiores Informações: www.tjdft.jus.br
Seminário Nacional "Serviço Social no Sistema Sociojurídico"
Tipo de evento: Seminário do CFESS e CRESS-MT
Data: 29/10/2009
Local: Cuiabá, /MT
Descrição: O II Encontro Nacional dos Assistentes Sociais do Sistema Sócio-jurídico, que acontecerá em Cuiabá-MT nos dias 29 e 30 de outubro de 2009, vai abordar a realidade dos profissionais inseridos nos diversos espaços sócio-ocupacionais de prática sociojurídica. Serão debatidas questões como atribuições do serviço social, trabalho interdisciplinar, a articulação com políticas públicas e a defesa de direitos. Também será definida uma agenda em defesa da consolidação do projeto ético-político no campo sócio-jurídico.

Eventos / Cursos - CRESS

EVENTOS
Lançamento do Projeto em Audiência Pública: Cidadania dos Ciganos e Nômades Urbanos
Lançamento do Projeto em Audiência Pública: Cidadania dos Ciganos e Nômades Urbanos. Documentação civil básica gratuita para comunidades tradicionais.
Onde: Assembléia Legislativa de Minas Gerais - Rua Rodrigues Caldas, 30, Santo Agostinho - Belo Horizonte
Quando: 17 de junho de 2009 Horário: 9h
Telefones: (31) 2129-6000 / 8489-8420
Pré-Conferências de Assistência Social em Montes Claros
O Conselho Municipal de Assistência Social de Montes Claros juntamente com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social convida a população montesclarense para participar das pré-conferências municipais de Assistência Social. Serão eleitos os delegados para participarem da V Conferência Municipal de Assistência Social, espaço de discussão para o aperfeiçoamento da Política de Assistência Social no município.
Tema: Participação e Controle Social
Programação:
18/06 Território: Independência - CRAS Independência - Rua Guatemala, 298, Vila Real -
23/06 Território: Renascença - Centro de Convívio do Menor: Rua Adão Gomes Ferreira, 162, Renascença -
25/06 Território: Vila Oliveira - CRAS Vila Oliveira - Rua Gabriel Batista, 21, Vila Oliveira -
30/06 Território: São Judas - a definir -
02/07 Território: Cintra - Casa da Juventude - Rua Amazonas, 611, Cintra -
07/07 Território: Alto São João - A definir -
Território: Rural - a definir - data a definir
Horário: a partir das 18h30 - (Exceto Território JK que será às 16h)
Informações: 3229-3533 - Secretaria Executiva do CMAS
Direitos Humanos, os impactos da judicialização da questão social e o projeto ético-político
III Encontro Estadual do Serviço Social no campo sócio-jurídico e I Encontro do Serviço Social do Ministério Público da Região Sudeste
Onde: Salão Pedro Calmon/Fórum de Ciência e Cultura da UFRJ - Praia Vermelha
Quando: dias 22, 23 e 24 de junho de 2009
Horário: 8h às 17h
Inscrições e informações: 18 de maio à 17 de junho - CRESS/RJ - (21) 3147-8750

3º Encontro de Pesquisa em Serviço Social - UNITAU
Onde: Universidade de Taubaté
Objetivo: Incentivar e estimular a produção científica na área do Serviço Social.
Quando: de 08 a 10 de setembro de 2009
Tema: Políticas Sociais, Sustentabilidade e Cidadania
Programação:
08/09 - Conferência
09/09 - Sessão de pôsteres e comunicações orais de pesquisas
10/09 - Sessão de pôsteres e mini cursos de temas relevantes para o exercício profissional
Inscrições para recebimento de resumos de trabalhos de pesquisas: Tanto para pôster como para comunicação oral - de 05 de maio a 31 de julho de 2009
Email para envio: pesquisasocial@unitau.br
Uma das modalidades de pesquisa a ser aceita é o Relato de Experiência. É a descrição de intervenção profissional pontual, possibilitando a sistematização da experiência profissional.
Grupo de Estudos: Ética e Serviço Social em Uberaba/MG
O GEPESSS (Grupo de Estudos sobre o Exercício Profissional e Estágio Supervisionado) apresenta o tema de estudo deste semestre:
Tema: Ética e Serviço Social
Datas dos encontros do 1º semestre de 2009: 19 de junho.
Horário: 19h00
Local: UNIPAC - Uberaba/MG, Unidade Santos Dumont
Congresso Internacional Psicossocial Jurídico do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
Tipo de evento: Congresso
Data: 20/10/2009 a 24/10/2009
Local:Brasília / AC
Descrição: O Congresso visa fomentar a produção de conhecimento nas diversas áreas de interface entre a Psicologia, as Ciências Sociais e o Direito. Serão abordados temas como proteção à infância e juventude, violência contra a mulher, uso de substâncias químicas ilícitas e cumprimento de penas e medidas alternativas.
Telefones da Secretaria Psicossocial Judiciária do TJDFT: 61 3343 7875 / 61 3343 7006.
Maiores Informações: www.tjdft.jus.br
CURSOS
SUAS - Instrumentos e Mecanismos de Gestão da Política de Assistência Social
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Capacitar os profissionais para a elaboração de projetos e execução de ações que estejam voltadas para o desenvolvimento da proteção social básica e especial, proporcionando-lhes o acesso aos principais instrumentos ético-políticos, teórico-metodológicos, técnico-operativos e jurídicos, fortalecendo o Sistema Único de Assistencia Social - SUAS
Público alvo: Profissionais que atuam na Política de Assistência Social
Carga-horária: 64 horas/aula
Serviço Social no Campo Sócio-jurídico
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Levar os profissionais à compreensão do contexto sócio-jurídico brasileiro e a inserção do Serviço Social neste campo, preparando-os para intervenção frente às manifestações da questão social em sua interseção com o Direito e a Justiça
Público alvo: Assistentes Sociais e acadêmicos do Curso de Serviço Social
Carga-horária: 64 horas/aula
Intervenção Profissional no Campo de Saúde Mental no ambiente dos CAPS
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Compreender a Saúde Mental no Brasil em seu contexto histórico, teórico e metodológico, fortalecendo assim os processos interventivos utilizados no planejamento e na operacionalização de projetos e atividades nos CAPS
Público alvo: Profissionais que atuam na área de saúde mental
Carga-horária: 64 horas/aula
Capacitação de Recursos Federais para Programas e Projetos Sociais
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Instrumentalizar os participantes para a captação de recursos públicos federais para o financiamento de programas e projetos sociais, numa perspectiva de democratização dos fundos públicos e de utilização ética e responsável destes recursos
Público alvo: Assistentes Sociais, Pedagogos, Psicólogos, Administradores e demais profissionais interessados na temática
Carga-horária: 64 horas/aula

Enfrentamento à violência nas relações familiares
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Proporcionar aos profissionais recursos para o enfrentamento à violência contra crianças, adolescentes, pessoas com deficiências, idosos e mulheres, fornecendo-lhes conhecimentos que os habilitem a desenvolver ações preventivas e de atendimento às vítimas e agressores
Público alvo: Profissionais da área de saúde, educação, serviço social, psicologia, conselhos tutelares e comunidade
Carga horária: 64 horas/aula
Acolhimento Institucional e Familiar: gestão de abrigos para crianças e adolescentes
Instituição: CEDEPS - www.cedeps.net
Objetivo: Fornecer aos participantes instrumentos metodológicos que os capacitem a reorganizar os serviços de acolhimento institucional e a elaborar estratégias que garantam à criança e ao adolescente o direito à convivência familiar e comunitária
Público-alvo: Assistentes Sociais, Psicólogos, Pedagogos, Advogados, Sociólogos, Educadores Sociais, Gestores da política de atendimento à criança e ao adolescente e Coordenadores de unidades de acolhimento institucional (abrigos)
Carga horária: 64 horas/aula

Cursos Livres

Inscrições Abertas
Gestor de Projetos Sociais

Capacita o participante para atuar em organizações sociais de acordo com uma visão participativa e sistêmica, estabelecendo parcerias, mantendo atitude empreendedora e sabendo usar ferramentas de gestão visando a sustentabilidade.
O curso é dirigido a todas as pessoas com interesse em atuar em organizações públicas e do terceiro setor e que desejam aprimorar sua formação.
(Duração: 160 horas)

Localidade
SENAC RIBEIRÃO PRETO
Av. Capitão Salomão, 2.133 - RIBEIRÃO PRETO - SP
CEP:14085-430
Telefone:(16) 2111-1200 Fax:(16) 2111-1201
e-mail:ribeiraopreto@sp.senac.br

Calendário
19h-22h30 segunda-feira
19h-22h30 terça-feira
19h-22h30 quinta-feira
Aulas
Início: 03/08/2009 e Término: 23/11/2009
Vagas: 25
Valor:0

Concessão de Bolsa de Estudo
Em 2009, o Senac ampliou o número de vagas para bolsistas integrais em cursos de maior duração (mais de 160 horas, exceto nos cursos de especialização técnica), reforçando o compromisso com a melhoria da qualificação profissional da população, priorizando estudantes e trabalhadores. A organização mantém a concessão de bolsas que variam de 50% a 100%, dependendo da condição social do candidato, em cursos de curta duração (menos de 160 horas), inclusive nas especializações técnicas.
Para participar do processo seletivo é preciso ter renda familiar per capita de até um salário-mínimo e meio. Por isso, antes de solicitar a bolsa calcule se a soma dos salários, pensões, aposentadorias, aluguéis e demais rendimentos de seu núcleo familiar, dividida pela quantidade de pessoas na família, é igual ou inferior a R$ 697,50. Devem ser incluídos na soma todos os que participam da economia doméstica, mesmo que não tenham parentesco com o candidato à bolsa.
Não são consideradas solicitações de bolsas de candidatos que já estejam matriculados como pagantes na turma de interesse ou participando de outros processos de triagem de bolsas no Senac. Ou ainda, que já sejam alunos bolsistas. Também não são aceitas pelo período de um ano solicitações de candidatos que já realizaram curso no Senac como bolsistas e que abandonaram ou foram reprovados no curso.
As inscrições podem ser feitas diretamente na unidade onde o curso de interesse será realizado
Fonte:http://www.sp.senac.br/jsp/default.jsp?newsID=a15860.htm&testeira=1426&conc=1

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Serviço Social também é CULTURA!

Nos encontramos lá...
Abraços,

por Mariana Simon - Redação SP

A Feira Nacional do Livro de Ribeirão Preto, a segunda maior feira a céu aberto do Brasil, será realizada de 18 a 28 de junho, nas praças XV de Novembro e Carlos Gomes e na Esplanada do Theatro Pedro II. Estão programados mais de 600 eventos gratuitos, abrangendo literatura e manifestações artísticas. Os visitantes poderão conferir também os stands de 48 expositores, que levarão à Feira uma infinidade de livros com preços promocionais.
Já estão confirmados mais de 100 escritores da literatura nacional e internacional que participarão de palestras e debates. São nomes como Augusto Cury, Carlos Heitor Cony, Cristovão Tezza, Fernando Morais, Márcia Tiburi, Marcelo Rubens Paiva, Mário Prata, Marçal Aquino, Moacyr Scliar, Pedro Bandeira, Ricardo Kotscho, Rubens Ewald Filho, entre tantos outros.
O evento terá mais de 60 apresentações musicais, entre corais, shows com grandes nomes da MPB e apresentação da Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto. O público poderá acompanhar também shows dos chilenos Tita Parra e Antar Parra e dos brasileiros Adriana Calcanhotto, João Bosco, José Miguel Wisnik, Jorge Vercillo, Lenine, Luiz Melodia, Maria Rita, Oswaldo Montenegro, Paula Toller, Paulinho da Viola, Toquinho, MPB4 e Vanessa da Mata.

+++ Participação efetiva: V Encontro do Grupo de Apoio e Incentivo à Adoção de Ribeirão Preto "Crescendo em Família"


À ADOÇÃO possui a matemática do amor: (%)Dividimos o amor e o carinho com uma criança/adolescente, (+) Somando o sentimento de felicidade de todos e (X) Multiplicaremos tudo isso na sociedade. ( José Geraldo, jornalista)

O evento aconteceu no dia 30 de maio de 2009, das 13:30 às 19:00 na Unidade II da Faculdades COC -Ribeirão Preto, contando do a participação de estudantes e diversos profissionais que atuam na área da adoção. Divido em dois blocos, o Encontro abordou os seguintes temas:
"Planejando e Vivendo a Adoção"
1- Porque o crescendo em família existe: A.S. Márcia Inês V. Pecego Peruchi - Pres. do "Crescendo em Família".
2- Decidindo ter um filho: Delicada Escolha - A.S. Judiciária Genecy Duarte e Psicóloga Judiciária Profa. Dra. Solange Aparecida Serrano.
3- Programa de Acompanhamento ao Pré e Pós Adoção: Psicólogas Lilian de Almeida Guimarães Sólon e Profa. Dra. regina Cláudia Mingorance.
" Construindo uma nova cultura de acolhimento"
1- Como a família e a escola podem se unir para a construção de uma nova cultura de adoção - Pedagoga Mestranda Leticia Fonseca Reis de Ferreira de Castro.
2- Projeto de Apadrinhameto Solidário - A.S. Aline Barbosa Dias Ribeiro e Psicóloga Andréia de Paula Cunha.



O GRUPO DE APOIO E INCENTIVO À ADOÇÃO CRESCENDO EM FAMÍLIA, nasceu da iniciativa de vários pais adotivos que, após receberem seus filhos em adoção, preocupavam-se com aquelas crianças que não conseguiram uma família e ficavam no abrigo à espera de alguém que as recebessem em adoção. A participação desses pais no ENAPA (Encontro Nacionl dos Grupos de Apoio à Adoção), juntamente com alguns profissionais da área de psicologia e serviço social, foi decisiva para que a idéia de se criar um Grupo de Apoio à Adoção pudesse ser concretizada.
O CRESCENDO EM FAMÍLIA tem sua sede na Rua Gonçalves Dias,906- Vila Tibério - Cep 14050-380. Ribeirão Preto - Fone 3019.2084.
Abraços,
Josiane Gomes.

Serviço Sentinela

Célia Moura, Joana D´arc, Josiane Gomes, Eloísa Padilha, Samira Sanches e Márcia Okano.

Serviço de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual Infanto Juvenil através do Programa Turismo Sustentável e Infância.
No dia 20 de maio, a Secretaria Municipal de Assistência Social reuniu no Salão Nobre da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, das 13h30 às 17h, técnicos das áreas de saúde, educação, assistência social, esportes, e cultura para o Encontro Temático: “Prostituição infanto-juvenil: a construção de um lugar na vida”. O tema foi pauta da palestra da Profª Ana Maria Ricci Molina”, mestra em psicologia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP de Ribeirão Preto.
O dia 18 de maio foi instituído pela Lei Federal nº 9.970/2000 como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. Essa data foi escolhida para ser um marco na luta contra a violência sexual contra crianças e adolescentes em razão de um crime que ocorreu em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória/ES e que comoveu toda a nação brasileira, conhecido como o “Caso Aracelli”. Aracelli era uma menina de apenas oito anos de idade que foi seqüestrada, espancada, estuprada, drogada e assassinada, numa orgia de drogas e sexo. Seu corpo só foi encontrado seis dias depois, desfigurado por ácido. Os agressores de Aracelli nunca foram punidos.

TRABALHO PREVENTIVO - Oficinas

Abraços,
Josiane Gomes.

Participação Efetiva - Seminário " interpretando o Estatuto da Criança e Adolescente" - Dr. Edson e Ed Sêda.


Da esquerda para a direita: Eloísa Padilha, Dr. Edson Sêda, Vereadora Gláucia Berenice, Delvita Pereira (Pres. Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ribeirão Preto), Josiane Gomes e Célia Moura.


Alunos do Curso de Serviço Social-Pólo Lafaiete ,participaram no dia 07 de maio de 2009 na cidade de Ribeirão Preto do seminário “Interpretando o Estatuto da Criança e do Adolescente”, sendo ministrado pelo Dr. Edson Seda (consultor jurídico, Educador, Membro da comissão redatora do Estatuto da Criança e do Adolescente e Consultor da UNICEF na América Latina) e Ed Sêda (Antropólogo), sendo este promovido e organizado pelo Conselho Tutelar de Ribeirão Preto e pelo Conselho Municipal da Criança e do Adolescente da cidade.
Em suas palavras, a Vereadora Gláucia Berenice (também Assistente Social), enfatizou o pouco avanço, pouca mudança na realidade de Ribeirão Preto, que hoje, sofre cronicamente da falta de políticas públicas, destacando que é preciso olhar para si e para as Instituições, e desta forma efetivar as mudanças necessárias.

O objetivo do seminário foi ressaltar sobre a importância da reciclagem nos atendimentos do Conselho Tutelar, das verdadeiras atribuições deste órgão e a diferença das leis que regem as funções do Conselho Tutelar (lei nº 8069/90) e da Assistência Social (lei nº 8662/93).


" A Assistência Social é Política Pública. É preciso que os Assistentes Sociais defendam-se como profissionais, e não permitam de forma alguma que sua função seja usurpada por outros. Honra e glória para estes profissionais para que possam colocar as coisas em seus devidos lugares" .
Dr. Edson Sêda
Abraços,
Josiane Gomes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Só pensando!!!

Fiquei um tempão pensando no que eu poderia postar aqui sem parecer uma perfeita idiota (desculpem-me pelo palavriado). Então, dia desses estava vendo uma entrevista de um deputado envolvido em mais um escândalo daqueles que a gente já conhece.
Ai vocês pensam, mas o que isso tem a ver com Serviço Social??? Depende do seu ponto de vista!
Se você acha que política não faz parte do "social" então, realmente, não tem nada a ver mesmo. Agora se você pensa como eu então continue lendo o post.
Em uma de suas declarações, o deputado disse que seus gastos incluíam a família, porque ele morava em Brasilia e a famiília no nordeste (entenda por família esposa e filhos).
Então vou responder ao Sr. Gastão:
a família muda pra Brasília, mesmo porque eles tem ajuda de custo e apartamentos que o povo paga, que são suficientes.
uma solução palpável que fica por conta dos eleitores, VAMOS VOTAR NOS SOLTEIROS!
uma última solução mais radical, mas mais justa, vamos sustentar todo mundo que vive longe da família para facilitar a visita, e isso passa desde o universitário que mora longe dos pais, vai até os caminhoneiros que tem que viajar para manter a família, e os presos que tem indutos nas datas especiais.
Agora Sr. Gastão, faça-me o favor, porque você foi eleito para representar a parte mais necessitada do nosso país e, ao invés disso, está gastando nosso dinheiro com sua famíliia e de forma inexplicável.

PS: nada contra a classe política do nosso país, porque eu realmente acredito que existam bons políticos, raros como algumas doenças desconhecidas, mas existem!!!!!!!!!!!!

Bju