O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Oscips poderão promover melhoria habitacional -Agência Senado - 25/11/2009 -

Projeto de lei que inclui a promoção da melhoria das condições de moradias de interesse social entre os objetivos que podem ser buscados pelas Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIPs) foi aprovado nesta quarta-feira (25) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
A proposta, de autoria do senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), agora será examinada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa. O autor ressaltou que a proposta (PLS 313/09) pode contribuir para atacar o problema das favelas e de conjuntos habitacionais irregulares no Brasil.

"Se dermos essa possibilidade às cooperativas público-privadas, tenho a impressão de que estaremos, de alguma forma, contribuindo para amenizar a situação de muitos brasileiros que vivem em casebres", disse o autor.

O relator da matéria, senador Paulo Paim (PT-RS), defendeu o modelo de cooperação entre o Estado e a sociedade civil, uma vez que tais acordos, representado pelos termos de parceria, são processos transparentes e efetivos. " O povo carente, que suporta tantas dificuldades, merece viver com dignidade, em condições nas quais sua moradia não se resuma a um teto apenas, mas possa autenticamente ser chamada de lar", ressaltou Paim.
Iara Farias Borges / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

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