O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



segunda-feira, 21 de junho de 2010

A necessidade da excelência da gestão no mundo globalizado.

Excelência é um caminho que não conhecemos à distância, mas que sabemos onde fica.



Um dia, Alice chegou a uma encruzilhada do caminho e viu um gato Che Shire numa árvore.
— Qual dos caminhos devo pegar? – perguntou
A resposta do gato foi outra pergunta.
— Aonde você quer ir?
— Não sei – respondeu Alice.
— Então não tem importância – retrucou o gato

Lewis Carroll, Alice no País das Maravilhas

Exigências dos mercados consumidores, desequilíbrios de demanda, globalização, aumento da competitividade, evolução tecnológica, disputa por recursos escassos são alguns dos grandes desafios que nos colocam diante de encruzilhadas para os quais devemos estar preparados e assim saber qual caminho seguir. Este caminho é certamente o da mudança de paradigma: temos que seguir pelo caminho da era do conhecimento, pegar o atalho da globalização, passar pelo foco, para chegarmos então com segurança na gestão colaborativa.

As organizações foram por muito tempo orientadas a trabalharem em um modelo rígido de hierarquias. A era industrial ou a cultura “da cenoura e do chicote”. Numa nova era de constantes mudanças e transformações, onde os estímulos são muito importantes e as pessoas fundamentais, a qual podemos chamar de era do conhecimento, devemos conduzir as organizações ou sua gestão de forma ágil, inteligente, buscando capacitar seus colaboradores. Esta capacitação se dá através de aprendizados contínuos, afim de que adquiram-se habilidades, para atender as demandas da sociedade, e trabalhe-se de maneira proativa, estando na vanguarda dos avanços tecnológicos e do desenvolvimento das telecomunicações. As organizações hoje não podem descuidar de um ambiente acolhedor, para adesão de pessoas e integração da cultura colaborativa. As estratégias da organização devem estar preparadas para colocarem os colaboradores como recursos (ativos) de valores intangíveis.

A globalização nos torna agentes de mudanças, exigindo de nós respostas novas para problemas novos. Um novo perfil de gestão deve ser assim traçado. Um dos principais desafios é alcançar o equilíbrio entre obtenção de resultado e o desenvolvimento da capacidade. A maneira de alinharmos esses princípios é questionar os resultados: Que tipo de resultados esperamos do mercado? Nossos colaboradores estão felizes com o retorno de seus investimentos mentais, físicos e emocionais? Temos algum sentido de responsabilidade social e ambiental? A essência da eficácia é alcançar os resultados desejados de forma que nos permita ampliar mais esses resultados no futuro. Essas e outras estratégias, aliadas ao conhecimento e a visão, realizam uma análise da organização e do mercado, verificando oportunidades e ameaças.

Na gestão colaborativa encontramos vários caminhos a serem percorridos: partilha de experiências – transformação de informações ou experiências isoladas em algo que toda a organização possa utilizar; especializações – o conhecimento representa um dos elementos mais valorizados e cobiçados no mercado; acesso rápido a informação - agentes facilitadores do conhecimento e da tecnologia da informação e programa de comunicação; partilhar informações – aplicação e disseminação de novos conhecimentos, aplicação de ações para melhor desempenho das mesmas; gestão do conhecimento – recursos humanos que fazem o diferencial da organização, ou seja, :
a) Gestão de Competências – (direcionamento, gestão estratégica de pessoas, alinhamento de competências, desenvolvimento de competências – conhecimento – habilidades – atitudes – tratamento de talentos – utilização de tecnologias);
b) Gestão de Capital Intelectual - (ativo intangível, condições – equipamentos – tecnologias – ambiente físico, resultam em novas idéias);
c) Aprendizagem Organizacional – (mudanças – sistemas – adaptações, aprendizagem – direcionamento, percepção, novas rotinas);
d) Inteligência Empresarial – sistematização da informação através da coleta, tratamento e analise com foco no público alvo, nas ameaças e oportunidades resultando em ações proativas);
e) Educação Corporativa - trabalho em equipe, soluções inovadoras e criar sistemas de avaliação de resultados.

Nesse contexto de mundo em constante mudança e globalizado devemos usar seguramente conceitos imutáveis que nos garantirão uma gestão voltada para excelência e baseada em princípios, como os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes de Stephen R. Covey, de ser:
a) Ser proativo – Responsabilidade/Iniciativa – Auto determinação;
b) Comece com o objetivo em mente – Visão/Valores – Foco;
c) Primeiro o mais importante – Integridade/Execução – Prioridades e Ação;
d) Pense Ganha-Ganha – Respeito mútuo/Beneficio – Abundância;
e) Procure primeiro compreender para depois ser compreendido – Entendimento mútuo – coragem;
f) Crie Sinergia – Cooperação criativa – Diferenças nos valores;
g) Afine o instrumento – Renovação – Pessoa integral.

Alcides Betini

Abraços,
Josiane G.


quarta-feira, 16 de junho de 2010

A Era do Conhecimento


 
Hoje os fenômenos econômicos e sociais, de alcance mundial, são responsáveis pela reestruturação do ambiente das organizações, sejam elas de fins lucrativos ou não. A globalização, impulsionada pela tecnologia da informação e comunicação, é uma realidade da qual não podemos fugir.

Com relevância mundial, a globalização influencia diretamente o que necessitamos saber, e com isso, a maneira como construímos, produzimos, compartilhamos e distribuímos este conhecimento.

Nesse contexto o conhecimento transforma-se num valioso recurso estratégico para a vida das pessoas e sua gestão tem se tornado um fator condicionante para a sobrevivência das organizações, que além de conhecer os conceitos centrais dessa abordagem, precisam refletir sobre as mudanças provocadas pela ênfase em conhecimento no nível social, organizacional e individual.

Por estas razões, penso ser de suma importância discutir acerca desta temática também, uma vez que os indivíduos destas organizações tornam-se o seu bem mais precioso. Portanto, nas próximas postagens apresentarei alguns artigos de Alcides Betini, Diagramador na área da Educação Infantil, que em seu tempo livre lança um olhar curioso e atencioso sobre a Gestão dos Indivíduos, Conceitos de Trabalho em Equipe e Liderança.

Conhecimento também é uma forma de inserção social!

Abraços,

Josiane Gomes.