O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



terça-feira, 13 de novembro de 2012

Dia 20 de novembro - DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA


UM CONVITE A REFLEXÃO
Em 2011/2012 fui convidada por uma amiga da Turma de  Audiovisual para desenvolvermos um projeto sobre o Dia da Consciência Negra. 
Assim como muitos criticam e discriminam a data - confesso que eu como afro-brasileira  também não me sentia a vontade com isto. Até que na faculdade encontrei uma excelente professora de História (Karen Bortolote) que mudou completamente meus conceitos sobre tal data.
Então aceitei o convite e iniciei uma vasta pesquisa sobre o tema, que me fez compreender que o Dia da Consciência Negra, é um Dia que nos remete a nossa formação histórica enquanto povo-nação, assim como temos as festividades italianas e nipônicas. É um dia de reflexão sobre o ranço histórico que trazemos por falta de conhecimento, e isso é responsabilidade da Escola (Estado).
Introdução...
A reflexão sobre a nossa formação nos remete às nossas origens, à história que como brasileiros, fomos construindo. Fala-se em todo o país uma mesma língua, um mesmo idioma, diferenciado apenas por sotaques e gírias regionais. 

Mais do que uma junção de etnias formando uma etnia única, a brasileira, o Brasil é um povo nação, ajustado em um território próprio para nele viver seu destino. 

Ao longo da costa brasileira se encontraram duas visões de mundo completamente opostas: a "selvageria" e a "civilização". Concepções diferentes de mundo, da vida, da morte, do amor, se chocaram. Começa a "gestação do Brasil" e dos brasileiros como um povo. União ocorrida entre europeus, índios e negros, matrizes étnicas do brasileiro. Um povo novo que, se enfrentam e se fundem.

Objetivo:
Este vídeo surgiu devido à necessidade que sentimos de uma nova reconceituação do que vem a ser o povo brasileiro, bem como provocar maior reflexão na sociedade, fazendo com que esta descubra com prazer sua origem: essa mestiçagem que fez nascer um novo gênero humano. 
Nova gente, mestiça na carne e no espírito. Um gênero humano, melhor, porque racialmente lavada em sangue índio e em sangue negro. Esta nossa singularidade inspirada na propensão indígena para o convívio cordial e para a reciprocidade e a alegria saudável do negro extremamente alternativo.



Texto - baseado na leitura de escritores renomados da literatura brasileira, historiadores e sociólogos inerentes a temática.

→Este projeto foi idealizado por Josiane Gomes, produzido por Letícia de Oliveira e Editado por Eder Sant'Anna.

Abraços fraterno,

Josiane G.



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