O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

ATIVIDADE INTERDISCIPLINAR - EDUCAÇÃO E SERVIÇO SOCIAL

"EDUCAÇÃO: uma construção em equipe"

Trabalho ilustrativo e informativo, cujo objetivo é estimular e orientar a busca por novas técnicas e métodos que auxiliem a elaboração de um Plano Interdisciplinar na área educacional proporcionando assim um ambiente mais justo e humanístico para o aprendizado dos alunos.



Público alvo: Pedagogos, Assistentes Sociais, Psicólogos, Psiquiatras, Conselheiros Tutelares, Estudantes e Pais.



Desenvolvido por alunas do Curso de Serviço Social, Coordenação Pedagógica, Profª Me. Ariana S. Rossi Martins e Equipe Mídia Digital da Universidade UniSEb Interativo -- Pólo Ribeirão Preto.


Caso 1: Um bom exemplo


Ø     Criança de seis anos, muito agitada na escola, começa a dar problemas na sala de aula junto dos colegas. O pedagogo percebe tal comportamento e encaminha o caso para a Coordenação Pedagógica. Em equipe interdisciplinar (Pedagogo, Psicólogo e Assistente Social), discutem o caso e primeiramente chamam a família para conversar. Obtendo o consentimento da família, a criança foi avaliada por um psiquiatra e diagnosticada com imperatividade. Passou então a ser acompanhada pelo Psiquiatra e o Psicólogo da equipe.
Ø  Como forma de apoiar, o Psicólogo fez uma reunião com os pais, o Pedagogo e o Assistente Social sobre o que é imperatividade, os orientando como lidar com esta criança. Cria-se neste momento um Plano de trabalho.
Ø  Na rotina escolar e familiar todos tentam por em prática o Plano de trabalho:
- Pais;
- Pedagogo;
- Psicólogo;
- Assistente Social.
Ø  A Coordenação Pedagógica da escola esclarece sobre o assunto a todos os seus colaboradores evitando assim que a criança se sinta constrangida mediante a necessidade de tratamento.



Caso 2: Com complicador


Ø  Criança de seis anos muito agitada-agressiva na escola, começa a dar problemas na sala de aula  junto dos colegas. O pedagogo NÃO percebe. Acha que a criança não tem educação porque a mãe é alcoólatra e o pai é ausente porque está preso.
Ø  A avó percebendo o baixo desempenho escolar da criança resolve conversar com a Coordenação Pedagógica. A Coordenadora chama a Pedagoga, a qual dá o depoimento preconceituoso sobre a criança. A Coordenadora. Pedagógica concorda com a Pedagoga, mas diante da avó acaba resolvendo fazer uma reunião com a Assistente Social e a Psicóloga. As profissionais convencem a Coordenadora que há necessidade de encaminhamento para psiquiatra a fim de ser avaliada.
Ø  A mãe é chamada para uma reunião ( e não a avó, pois está não possui a Guarda), onde é explicada a situação da criança na escola e a necessidade de uma avaliação médica. A mãe não aceita e diz que “seu filho não é louco” e vai embora.
Ø  A Assistente Social encaminha ao Conselho Tutelar relatando o caso e enfatizando sobre a necessidade de avaliação médica.
Ø  A mãe é chamada pelo Conselho Tutelar e acaba cedendo a guarda para a avó e aceita p tratamento.
Ø  A criança então passa pelo Psiquiatra e não é diagnosticado imperatividade.
Ø  Como forma de apoiar, o Psicólogo faz uma reunião com a Avó, o Pedagogo e a Assistente Social os orientando como lidar com esta criança. Cria-se neste momento um Plano de trabalho.
Ø  Na rotina escolar e familiar todos tentam por em prática o Plano de trabalho:
- Pais;
- Pedagogo;
- Psicólogo;
                       - Assistente Social.


Para os interessados no assunto, aqui no blog temos uma matéria que trata apenas do tema TRABALHO INTERDISCIPLINAR. E quem achar este material interessante pode utilizá-lo em reuniões interdisciplinares.


Abraço fraterno,

Josiane G.

2 comentários:

  1. Trabalho muito bem elaborado, com certeza indicarei este Blog aos meus colegas de trabalho. Sou Professor.

    Parabéns!

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  2. Olá,
    Seja bem vindo e muito obrigada!

    Abraço fraterno

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