O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



sexta-feira, 24 de maio de 2013

Para além do senso comum - Dica para leitura!

Desconstruindo o senso comum em favor da verdade desde 2010.


Por estes dias recebemos aqui no Blog a visita de Caio Oleskovicz que também é blogueiro, e luta por uma sociedade mais justa e igualitária.

Aceitando o convite do Caio naveguei pelos mares até então desconhecidos de seu blog ...E não é que de desconhecido ele não tem nada!!! Pois, ali aborda-se temas que visam desconstruir o senso comum e levantar crítica bem óbvias.

CRÍTICAS ÓBVIAS: visita e leitura mais que recomendadas:

Abraço fraterno,

Josiane G.

quinta-feira, 21 de março de 2013

Ética em movimento em Serviço Social

Oferecer subsídios para a apreensão crítica da natureza histórica e política da ética social e profissional; contribuir para a incorporação consciente e crítica dos fundamentos, valores e princípios do Código de Ética Profissional; consolidar o projeto ético-político das/os assistentes sociais e ampliar o debate ético, compreendendo-o no âmbito da atividade profissional, política e social e dos direitos humanos. Esses são alguns dos objetivos do projeto “Ética em Movimento”, lançado em 2000 pelo CFESS, como uma contribuição ao debate que se adensou no Serviço Social e na sociedade, a partir dos anos 1990, sobre Ética e Direitos Humanos.

Para comemorar os 10 anos de existência do projeto, a Gestão Atitude Crítica Para Avançar na Luta (2008-2011) apresenta este vídeo. Venha, por meio de entrevistas, depoimentos e fotos, conhecer a história do movimento da Ética no Serviço Social.

Para assistí-lo acesse o link abaixo:
http://vimeo.com/17816495

Abraço franterno,

Josiane G.

21 de março - DIA INTERNACIONAL CONTRA A DISCRIMINAÇÃO RACIAL


Hoje comemora-se o Dia Internacional contra a Discriminação Racial, em referência ao Massacre de Sharpeville, instituída pela ONU.

Em 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, 20.000 pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo sobre a multidão desarmada provocando 69 mortos e 186 feridos.

No Brasil:
A legislação brasileira instituiu os primeiros conceitos de racismo em 1951 com a Lei Afonso Arinos (1.390/1951) que classificava a prática como contravenção penal. Somente a Constituição Federal de 1988, em seu artigo 5.º, XLII, é que classificou a prática do racismo como crime inafiançável e imprescritível, sujeitando o delinquente à pena de reclusão.

Fonte: CNJ – CONSELHO NACIONAL DE JUSTIÇA
http://www.cnj.jus.br/

Abraço fraterno,

Josiane G.

Nada é mais DEFICIENTE que o SEU PRECONCEITO, e nada é mais EFICIENTE que o SEU AMOR!


sexta-feira, 8 de março de 2013

JÁ VIROU CLICHÈ...


Hoje celebramos o Dia Internacional das mulheres, mas, pelo que observei nas redes sociais  ele tem uma conotação diferente, mais puxada para o sentimento de amor, que também merece atenção. Mas este dia é muito mais que um "EU TE AMO!" ou "PARABÉNS!".  É RESPEITO, é ESPAÇO, é IGUALDADE, é SOCIABILIDADE, é INCLUSÂO é A GARANTIA DE UM DIA EFETIVARMOS A CONQUISTAS DOS NOSSOS DIREITOS FUNDAMENTAIS.

O Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, tem como origem as manifestações no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto. Atualmente, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial.

Em dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e economicas das mulheres. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões cujo objetivo é discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, ainda sofremos, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

Agradeço sinceramente aos homens que nos felicitam, mas o que precisamos e queremos é tornarmo-nos capazes de assumir a responsabilidade da nossa própria VIDA em todos os contextos sociais - emancipar-se do que nos impede de avançar como Mulhreres de Valor, Dignidade e Respeito e tudo isso pode ficar mais facíl e real com a conscientização coletiva de vocês HOMENS.

Abraço fraterno,

Josiane G.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Curso de Perinatalidade

Ampliando o olhar sobre a gestação na atualidade - uma compreensão multidisciplinar do nascimento de um bebê

A Habitare - Centro de Atendimento, Estudos e Pesquisa em Psicanálise - é uma Organização não Governamental que há dez anos realiza atendimentos psicológicos a gestantes em situação de risco em instituições sociais, onde desenvolve projetos visando a prevenção em saúde mental materno-infantil. Ao longo desses anos, acumulamos grande experiência no atendimento a gestantes e conhecemos excelentes profissionais da área médica, da enfermagem e da psicanálise que se dedicam ao trabalho e à pesquisa das questões relevantes sobre a gestação, as perdas gestacionais e os lutos, os vínculos iniciais e os processos de subjetivação do bebê, a amamentação, as intercorrências e possíveis patologias no pós-parto, bem como os distúrbios funcionais do bebê, que muitas vezes constituem sinais de risco ou alerta para transtornos graves do desenvolvimento. 

Objetivos:

Ø  Apresentar uma visão multidisciplinar e atualizada acerca da gestação e do puerpério, privilegiando a compreensão do desenvolvimento bio-psico-social do bebê;
Ø  Compartilhar com profissionais de áreas envolvidas conhecimentos importantes tanto dos aspectos físicos quanto psíquicos dos tratamentos de reprodução assistida, gestação e puerpério;
Ø  Oferecer modelos de intervenção e detecção de sinais de risco para o desenvolvimento do bebê.

PÚBLICO ALVO: Psicólogos, enfermeiros, educadores físicos, fisioterapeutas, obstetras, pediatras, radiologistas, assistentes sociais, fonoaudiólogos, educadores ou estudantes desta áreas.

CARGA HORÁRIA: 30 horas

CRONOGRAMA:
Modulo I     09/03/2013
Módulo II    23/03/2013
Módulo III   06/04/2013
Módulo IV   20/04/2013
Módulo V    11/05/2013

HORÁRIO: Das 09h30min às 17h30min, aos Sábados

VAGAS: 20.
LOCAL: THE HUB  Rua Bela Cintra, № 409, Consolação  São Paulo.

INSCRIÇÕES: até 28/02/2013
Enviar um mini curriculo: onghabitare@hotmail.com

Maiores Informações: 99604-1322 Ana Luiza
  
Centro de Atendimento, Estudo e Pesquisa em Psicanálise e Psicossomática Habitare


Abraços fraterno,

Josiane G. 




Inscrições abertas para o Seminário Internacional “Governança e Solidariedade global: o lugar da sociedade civil”

 Na próxima segunda-feira, 25/2, terá início o Seminário Internacional Governança e Solidariedade Global: o lugar da Sociedade Civil, que pretende debater os espaços de governança da sociedade civil em âmbito internacional. A proposta é avaliar a experiência das organizações da sociedade civil e movimentos sociais do Brasil em espaços internacionais, tendo em vista sua legitimidade e efetividade. A Abong dará início às atividades às 19h, com a presença de Sérgio Haddad, do Grupo de Apoio ao Processo do Fórum Social Mundial – GRAP.  O evento acontece em São Paulo, SP, na Rua General Jardim, 660.

Contexto
A realização de grandes encontros internacionais da sociedade civil tem mobilizado inúmeras organizações da sociedade civil e movimentos sociais. Um exemplo foi a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, realizada em 2012, que reuniu mais de vinte mil participantes de organizações e movimentos de defesa de direitos e atraiu um público de 300 mil pessoas durante nove dias. O Fórum Social Mundial, cuja próxima edição será na Tunísia, em março, é outro exemplo de encontro internacional da sociedade civil que tem marcado a agenda internacional na última década.

No entanto, apesar da intensa participação em eventos dessa natureza, seus impactos nem sempre são visíveis: em espaços oficiais, a sociedade civil é muitas vezes consultada, mas nem sempre vê o resultado dessas consultas expressos nas negociações oficiais. Os espaços autônomos, organizados e geridos pela sociedade civil nem sempre resultam em diálogo efetivo com setores governamentais e incidência nas políticas. Nesse sentido, o seminário terá por objetivo debater em que medida as organizações da sociedade civil e movimentos sociais influenciam na agenda de desenvolvimento internacional; quais os espaços de participação mais promissores e resultados identificáveis; quais estratégias têm maior efetividade e qual o limite do advocacy junto aos governos, dentre outras questões.

 Fonte e informações: www.abong.org.br


Abraço fraterno,

Josiane G.