O Serviço Social é política pública, e o Assistente Social seu efetivador!

É uma profissão de caráter sócio-político, crítico e interventivo, que se utiliza de instrumental científico multidisciplinar das Ciências Humanas e Sociais para análise e intervenção nas diversas refrações da “questão social”, isto é, no conjunto de desigualdades que se originam do antagonismo entre a socialização da produção e a apropriação privada dos frutos do trabalho .Inserido nas mais diversas áreas (saúde, habitação, lazer, assistência, justiça, previdência, educação, etc) com papel de planejar, gerenciar, administrar, executar e assessorar políticas, programas e serviços sociais.



O Assistente Social efetiva sua intervenção nas relações entre os homens no cotidiano da vida social, por meio de uma ação global de cunho sócio-educativo ou socializadora e de prestação de serviços.Está capacitado, sob o ponto de vista teórico, político e técnico, a investigar, formular, gerir, executar, avaliar, e monitorar políticas sociais, programas e projetos nas áreas de saúde, educação, assistência e previdência social, empresas, habitação, etc. Realiza consultorias, assessorias, capacitação, treinamento e gerenciamento de recursos; favorece o acesso da população usuária aos direitos sociais; e trabalha em instituições públicas, privadas, em organizações não governamentais e junto aos movimentos populares.



sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Inscrições abertas para o Seminário Internacional “Governança e Solidariedade global: o lugar da sociedade civil”

 Na próxima segunda-feira, 25/2, terá início o Seminário Internacional Governança e Solidariedade Global: o lugar da Sociedade Civil, que pretende debater os espaços de governança da sociedade civil em âmbito internacional. A proposta é avaliar a experiência das organizações da sociedade civil e movimentos sociais do Brasil em espaços internacionais, tendo em vista sua legitimidade e efetividade. A Abong dará início às atividades às 19h, com a presença de Sérgio Haddad, do Grupo de Apoio ao Processo do Fórum Social Mundial – GRAP.  O evento acontece em São Paulo, SP, na Rua General Jardim, 660.

Contexto
A realização de grandes encontros internacionais da sociedade civil tem mobilizado inúmeras organizações da sociedade civil e movimentos sociais. Um exemplo foi a Cúpula dos Povos por Justiça Social e Ambiental, realizada em 2012, que reuniu mais de vinte mil participantes de organizações e movimentos de defesa de direitos e atraiu um público de 300 mil pessoas durante nove dias. O Fórum Social Mundial, cuja próxima edição será na Tunísia, em março, é outro exemplo de encontro internacional da sociedade civil que tem marcado a agenda internacional na última década.

No entanto, apesar da intensa participação em eventos dessa natureza, seus impactos nem sempre são visíveis: em espaços oficiais, a sociedade civil é muitas vezes consultada, mas nem sempre vê o resultado dessas consultas expressos nas negociações oficiais. Os espaços autônomos, organizados e geridos pela sociedade civil nem sempre resultam em diálogo efetivo com setores governamentais e incidência nas políticas. Nesse sentido, o seminário terá por objetivo debater em que medida as organizações da sociedade civil e movimentos sociais influenciam na agenda de desenvolvimento internacional; quais os espaços de participação mais promissores e resultados identificáveis; quais estratégias têm maior efetividade e qual o limite do advocacy junto aos governos, dentre outras questões.

 Fonte e informações: www.abong.org.br


Abraço fraterno,

Josiane G.

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